Posts Tagged ‘câncer de pele’

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Mudanças no estilo de vida após o câncer de pele

27 de janeiro de 2016

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Você não pode mudar o fato de você ter tido câncer de pele basocelular e espinocelular, mas pode mudar o seu modo de vida. Faça escolhas saudáveis, sinta-se bem, reveja seus objetivos, encare a vida de uma nova forma.

Faça Escolhas Saudáveis

O diagnóstico de câncer de pele basocelular e espinocelular faz com que a maioria dos pacientes passe a ver a vida sob outra perspectiva. Muitas começam a se preocupar com a saúde, tentam alimentar-se melhor, levar uma vida menos sedentária, tentam maneirar no álcool ou param de fumar. Não se estresse com pequenas coisas. É o momento de reavaliar a vida e fazer mudanças. Se preocupe com sua saúde.

Como Diminuir o Risco da Recidiva ou de novos Cânceres de Pele

A maioria das pessoas querem saber se existem mudanças específicas no estilo de vida que possam reduzir o risco de uma recidiva.

As pessoas que tiveram câncer de pele basocelular e espinocelular têm maior risco de desenvolver outro câncer de pele. Por isso, é importante limitar a exposição aos raios ultravioleta e continuar realizando o autoexame de pele mensalmente para possíveis novos sinais da doença. Também é importante consultar um médico regularmente para realizar outros exames da pele. Os cânceres de pele diagnosticados em estágio inicial são mais fáceis de serem tratados.

Adotar comportamentos saudáveis, ​​como não fumar, comer bem, ser ativo e manter um peso saudável também podem ajudar. No entanto, sabe-se que essas atitudes podem ter efeitos positivos sobre a saúde, incluindo a redução do risco de muitos outros tipos de câncer, bem como de outras doenças.

 

Fonte: Oncoguia/American Cancer Society

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Morte por câncer de pele cresce 55% em 10 anos

7 de janeiro de 2016

Idosos, homens e moradores da Região Sul do país são as principais vítimas da doença

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Tão frequente no verão brasileiro, a busca pelo bronzeado pode esconder uma estatística preocupante: em dez anos, o número de mortes por câncer de pele cresceu 55% no país, segundo levantamento feito pela reportagem com base em dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Embora tenha as maiores chances de cura se descoberto precocemente, o tumor de pele matou 3.316 brasileiros somente em 2013, último dado disponível, média de uma morte a cada três horas. Dez anos antes, em 2003, foram 2.140 óbitos.

Segundo especialistas, o envelhecimento da população, o descuido com a pele durante a exposição solar e a melhoria nos sistemas de notificação da doença são as principais causas do aumento do número de vítimas desse tipo de câncer.

“Gerações que tiveram grande exposição ao sol sem proteção estão ficando mais velhas e desenvolvendo a doença”, diz Luís Fernando Tovo, coordenador do Departamento de Oncologia Cutânea da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

“Além da proteção, é preciso fazer exame dermatológico periodicamente. A maior parte das pintas não é câncer de pele. As que devem causar maior alerta são as assimétricas, com bordas irregulares, variação de cores, de diâmetro maior, que apresentam evolução ou mudanças”, diz o médico.

Não foi somente em números absolutos que a mortalidade por câncer de pele cresceu. Entre os homens, a taxa de óbitos por 100 mil habitantes passou de 1,52 para 2,24 entre 2003 e 2013. Entre as mulheres, o índice cresceu de 0,96 para 1,29 por 100 mil no mesmo período.

Tipos – O câncer de pele é dividido em dois principais tipos. Mais agressivo e letal, o melanoma surge, geralmente, a partir de uma pinta escura. Já os não melanomas, divididos em carcinoma basocelular e espinocelular, costumam aparecer sob a forma de lesões que não cicatrizam.

O melanoma é o que rende mais preocupação porque tem mais chances de provocar metástase. Ele é responsável por apenas 5% dos casos de câncer de pele, mas corresponde por 46% das mortes.

“Enquanto os melanomas são mais agressivos, os não melanomas raramente matam. Têm um poder de destruição local, mas dificilmente produzem metástase. Os pacientes que morrem desse tipo de tumor geralmente têm uma lesão e deixam para lá, não tratam e passa 20, 30 anos e aí pode atingir órgãos importantes, como o pulmão, o fígado e o cérebro, e causar a morte”, diz Dolival Lobão, chefe do Serviço de Dermatologia do Inca.

As estatísticas do instituto mostram que idosos, homens e moradores da Região Sul do país são as principais vítimas do câncer de pele. Do total de mortes em 2013, 57% eram homens e 72% tinham mais de 60 anos. No Sul, a taxa de mortalidade no ano retrasado foi quase o dobro da registrada no Brasil.

Detecção – Segundo os especialistas, mesmo o melanoma tem mais de 90% de chance de cura quando diagnosticado precocemente. A engenheira química Ivana Tacchi, de 52 anos, é um exemplo de que a busca por um especialista rapidamente pode ser crucial. No ano passado, ela retirou três melanomas em estágios iniciais e está curada.

“Tomei muito sol na adolescência. Sempre morei em São Paulo e queria tirar o atraso do sol nas férias. Como sou muito branquinha, era aquela situação de um dia de praia e três dias em casa com queimaduras e bolhas”, conta.

Segundo especialistas, o câncer de pele pode aparecer tanto pela exposição acumulada durante toda a vida quanto por episódios de queimaduras. Por isso é importante usar o protetor solar todos os dias.

O tratamento mais recomendado para a maior parte dos cânceres de pele é a remoção cirúrgica do tumor. Para alguns tipos de tumores em regiões como o rosto, cuja remoção provocaria danos estéticos, um tratamento inovador tem se mostrado eficaz. “Na terapia fotodinâmica, aplicamos um creme sobre o local e em seguida jogamos uma luz. Só as células cancerosas absorvem aquele creme. Elas morrem intoxicadas e conseguimos preservar o tecido vizinho”, diz Lobão. “Só serve para tipos não melanoma, mais superficiais”, afirma.

(Com Estadão Conteúdo)

Fonte: Veja Saúde

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Dezembro é o mês de alerta contra o câncer de pele

21 de dezembro de 2015

Apesar de ser o tipo de câncer mais comum nos brasileiros, quando diagnosticado precocemente, possui altas chances de cura

A campanha Deze

mbro Laranja, criada em 2014 pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) tem como objetivo estimular a prevenção e o diagnóstico do câncer de pele, tipo mais incidente no país. Para 2016, são estimados 181.430 casos da doença, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Apesar de o número ter diminuído em comparação com o ano anterior, que apresentava uma estimativa de 188.020 casos, ele ainda corresponde a 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil.

O tipo mais comum do câncer de pele, o tipo não melanoma, é altamente curável, se detectado precocemente. Nesse caso, podem surgir tumores de diferentes linhagens, sendo o mais frequente o carcinoma basocelular, responsável por 70% dos diagnósticos, e o carcinoma epidermoide, representando 25% dos casos. Já o melanoma cutâneo é o mais grave, pois possui grande possibilidade de metástase, mas representa apenas 4% das neoplasias malignas do órgão. O câncer de pele acomete normalmente indivíduos após os 40 anos e é relativamente raro em crianças e negros.

A exposição excessiva ao sol é a principal causa da doença, portanto a proteção solar é essencial para prevenir esse tipo de câncer. A SBD recomenda algumas medidas que devem ser adotadas, como o uso de óculos de sol, camiseta e chapéu, evitar o sol entre 10h e 16h, quando os raios são mais intensos, e usar protetor solar diariamente, em áreas urbanas e também em dias nublados. “O uso do protetor solar não pode ser dispensado das atividades diárias e a exposição ao sol nos horários de pico deve ser evitada. O protetor deve ter, no mínimo, FPS 30 e possuir amplo espectro de proteção (UVA+UVB)”, recomenda a dermatologista da CliniOnco, Renata Frainer.

Além da exposição solar, pele clara, história prévia de câncer de pele ou história familiar, nevo congênito (pinta escura), nevo displásico (lesões escuras da pele com alterações celulares pré-cancerosas) são outros fatores de risco. Apenas um exame clínico feito por um médico especializado pode diagnosticar o câncer, mas é importante conhecer a pele e ficar atento aos sintomas. Para auxiliar na identificação de sinais perigosos, use a Regra do ABCD. Mas se houver alguma suspeita, procure um dermatologista.

Regra do ABCD

Assimetria

Assimétrico: maligno

1

 

 

 

 

Simétrico: benigno

2

 

 

 

 

Borda

Irregular: maligno

3

 

 

 

 

Regular: benigno

4

 

 

 

 

Cor

Dois tons ou mais: maligno

5

 

 

 

 

Tom único: benigno

6

 

 

 

 

Dimensão

Superior a 6mm: provavelmente maligno

7

 

 

 

 

Inferior a 6mm: provavelmente benigno

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Dezembro, mês de prevenção ao câncer de pele

4 de dezembro de 2015

dezembro_laranjaNeste Dezembro Laranja, mês de prevenção e combate ao câncer da pele, a Sociedade Brasileira de Dermatologia fará ações para conscientizar a população sobre o câncer de maior incidência no ser humano.

São estimados para o Brasil, em 2016, 80.850 novos casos de câncer de pele não melanoma em homens e 94.910 em mulheres. A Organização Mundial da Saúde estima que, no ano 2030, haverá 27 milhões de casos novos de câncer e 17 milhões de mortes pela doença. Protetor solar é indispensável

É indispensável que se use o protetor solar nas áreas expostas, mesmo em dias frios e nublados, reaplicando o produto a cada quatro horas em dias comuns e a cada uma hora em caso de sudorese excessiva ou em praias e piscinas. Também é importante que se utilize proteção nos lábios.

A maioria dos casos de câncer da pele pode ser evitada com medidas simples de fotoproteção, além disso é recomendado que as pessoas se autoexaminem com periodicidade (e aos seus familiares), buscando ajuda de um dermatologista em caso de suspeitas.

 

Fonte: Jornal O Globo