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MUCOSITE BUCAL

8 de junho de 2018

fotolia_31193910.jpgO tratamento para o câncer inclui cirurgia, radioterapia, quimioterapia, associações entre estas modalidades e o transplante de células progenitoras hematopoiéticas (TCPH). Tanto a quimioterapia como a radioterapia para região de cabeça e pescoço, atuam de forma não-seletiva, isto porque não interferem apenas em células tumorais: estes tratamentos apresentam ação em células com rápida proliferação. Devido a esta ação não-seletiva podemos observar o desenvolvimento de diferentes efeitos adversos, como a mucosites bucal, definida como uma condição inflamatória que ocorre de forma bastante variável (incidência de 12 a 100%); sendo mais comum em pacientes submetidos a radioterapia de cabeça e pescoço, quimioterapia de altas doses e em pacientes submetidos a TCPH.

Clinicamente, a mucosite bucal se manifesta como eritema (mucosa avermelhada) ou ulcerações (feridas) em vários graus de intensidade. Em graus leves o paciente pode referir desconforto e/ou dor; já, em graus severos, a mucosite pode levar o paciente a não conseguir se alimentar por dor em boca. Estas lesões podem ocasionar modificação do tratamento antineoplásico ou até mesmo a necessidade da interrupção do mesmo, comprometendo, assim, a qualidade de vida e/ou sobrevida do paciente.

Alguns fatores são responsáveis por aumentar a incidência e severidade de mucosite bucal, dentre eles está a saúde bucal do paciente: quanto melhor a higienização bucal, menor o risco de desenvolver mucosite bucal severa.

O controle das mucosites é extremamente importante. Os trata-mentos, de modo geral, são paliativos, visando a refrear os sintomas e controlar possíveis quadros infecciosos e/ou hemorrágicos. Sendo assim, devemos focar na prevenção desta condição patológica. Ao falarmos em prevenção, o foco deve ser o controle da inflamação, visto que seu desenvolvimento está associado a um desequilíbrio da resposta inflamatória.

Dentre as principais medidas para prevenir mucosites bucal estão:

1.Manter a boca sempre bem higienizada. Para isso, é fortemente aconselhado utilizar escova de dentes macia (ex. Curaprox) e pasta de dente sem uma substância abrasiva (laurel sulfato de sódio), dentre elas temos a Curaprox 1450, Xerolacer e/ou Bioxtra. Realizar higiene bucal 03 vezes por dia.

1.1.     Pacientes que utilizam fio dental regularmente podem continuar utilizando, sempre com muito cuidado para não lesionar a gengiva. Aqueles que nunca utilizaram precisam da orientação do cirurgião-dentista.

1.2.     A língua é o principal reservatório de micro-organismos da cavidade bucal, por isso deve ser bem higienizada, contudo cuidando para não traumatizar a mucosa que estará mais sensível durante o tratamento.

1.3.     É aconselhada a utilização de enxaguatórios bucais que contenham digluconato de clorexidina 0,12% (ex. Periogard). É importante que estes enxaguatórios não contenha álcool na formulação.

2.Manter lábios bem hidratados. Para isso utilizar dexpantenol (pomada Bepantol) 03 vezes por dia.

3.Realizar sessões de laserterapia para prevenir lesões de mucosite bucal até 10 dias após início da quimioterapia e durante todo o tratamento radioterápico para região de cabeça e pescoço.

4.Realizar bochechos com chá de camomila industrializado – não a flor, uma vez que a camomila contem ca-racterísticas anti-inflamatórias. Deve-se bochechar durante 01 minuto, 03 vezes por dia. É indicado também tomar o chá.

A compreensão da mucosite bucal e o conhecimento das modalidades preventivas é extremamente importante para garantir melhor qualidade de vida durante o tratamento antineoplásico. Dessa forma, é fundamental procurar um cirurgião-dentista antes de iniciar o tratamento, e assim receber todas as informações acerca das sequelas bucais oriundas de cada tratamento.

Por Dra. Marina Curra – CRO – 22.296
Cirurgiã dentista | Doutora em Patologia Bucal.
Habilitada em Odontologia Hospitalar.
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VACINAS E PREVENÇÃO DO CÂNCER

8 de junho de 2018

Flu.A história das vacinas se iniciou, ainda no século XVIII, com a descoberta da vacina da varíola e evoluiu muito desde então, se tornando uma das ferramentas mais importantes da medicina preventiva.

As vacinas são medicamentos que estimulam a habilidade natural do sistema imune em proteger o corpo contra invasores, principalmente agentes infecciosos que podem causar diversas doenças. Quando estes agentes invadem o corpo o sistema imune reconhece-os como invasores e os destrói, além disto o corpo cria uma memória imunológica para que da próxima vez que o mesmo agente entrar no organismo esta memória seja ativada para eliminar o invasor.

Na prevenção do câncer os dois principais agentes a serem combatidos com vacinas são o HPV(Vírus do Papiloma Humano) e o vírus da Hepatite B.

A vacinação para Hepatite B foi desenvolvida na década de 1960 e há vários anos foi introduzida no calendário de vacinas no Brasil.

Segundo dados do Inca, estima-se que, em países em desenvolvimento, o vírus da Hepatite B (HBV) seja responsável por 58,8% dos casos de câncer do fígado. O HBV é capaz de sobreviver até uma semana fora do corpo humano e apenas uma partícula viral já é capaz de infectar o ser humano.

Hoje a vacina da Hepatite B é oferecida ao nascimento para todos os bebês nascidos no país já na maternidade, devendo ser realizado reforço aos dois e seis meses de idade e sua imunidade pode ser testada nos adultos com exames laboratoriais, pois em algumas pessoas, esta imunidade se perde com o tempo e pode haver a necessidade de doses de reforço na vida adulta.

A vacina para Hepatite B é um dos grandes sucessos da história da vacinação e a primeira vacina usada a nível mundial para a prevenção do câncer.

O HPV é uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns em nosso meio e o desenvolvimento da vacina contra o HPV é uma ferramenta importantíssima na prevenção dos tumores relacionados a este vírus. O HPV pode causar câncer em várias regiões do corpo tanto do homem quanto da mulher. Quase 100% dos casos de câncer de colo do útero são causados por esse vírus. Além disso, ele causa verrugas genitais e responde por cerca de 91% dos casos de câncer anal, 75% dos casos de câncer de vagina, 72% dos casos de câncer de orofaringe, 69% dos casos de câncer de vulva e 63% dos casos de câncer de pênis. De acordo com o Center for Disease Control and Prevention (CDC) dos Estados Unidos, a maioria dessas neoplasias poderiam ser evitada por meio da vacinação.

A melhor idade para uso da vacina contra o HPV é ainda durante a infância, antes de um possível contato do indivíduo com o vírus. Os calendário da Sociedade Brasileira de Pediatria e do Ministério da Saúde recomendam a imunização a partir dos nove anos de idade. Uma segunda dose da vacina deve ser recebida seis meses após a dose inicial.

Também no paciente com diagnóstico de câncer a vacinação antes do início do tratamento quimioterápico, radioterápico ou de outras medicações imunossupressoras é essencial para a prevenção de doenças que podem ser complicações potenciais durante o tratamento. As vacinas devem ser dadas idealmente duas semanas antes do início do tratamento oncológico, porém vacinas com vírus atenuados devem ser dadas 4 semanas do início do tratamento.

Pacientes com câncer em quimioterapia, radioterapia e uso de medicações imunossupressoras devem evitar o uso de vacinas, principalmente aquelas com vírus atenuados devido ao risco de desenvolver infecções relacionadas as próprias vacinas inoculadas.

Naqueles pacientes que não fizeram a vacinação antes do tratamento quimioterápico, as vacinas podem ser aplicadas após três a seis meses do tratamento, dependendo de qual tipo de quimioterapia foi utilizada.

Além disto, no tratamento do câncer estão sendo desenvolvidas “vacinas” que são medicações que estimulam o sistema imunológico para combater o câncer já existente. Os melhores resultados deste tratamento estão sendo obtidos no câncer de pele tipo melanoma.

Sendo assim, a prevenção de doenças com vacinas e até mesmo seu tratamento com medicações que usam os mesmo princípios das vacinas são ferramentas essenciais na medicina e muito ainda podemos esperar de evolução neste campo nas próximas décadas.

Por Dr. Rafael Castilho Pinto – CRM 19.876
Médico Proctologista | Médico do Centro de Prevenção de Câncer da CliniOnco
prevenção@clinionco.com.br
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Quem é essa no meu espelho?

8 de junho de 2018

fotolia_200697085-2.jpgFoi o que me perguntei ao me ver careca pela primeira vez. Além da ausência de cabelos, o câncer trouxe consigo cicatrizes, inchaço, falta de cílios e sobrancelhas. Não se reconhecer no espelho não é nada fácil. Há quem diga que só as mulheres sofrem ao se ver carecas, mas isso não é verdade – todos sentimos as mudanças bruscas que a doença traz, independente de ser mulher, homem, criança, idoso. Alguns sentem a falta dos cabelos; outros, a perda de peso ou a ausência de sobrancelhas. Mas o fato é que mudanças físicas não planejadas – ou seja, que não foram escolha nossa –  mexem em nossa identidade e causam sim algum impacto na autoestima, por menor que seja. E é preciso estar atento.

É importante colocar na balança o quanto essas mudanças físicas estão afetando sua vida cotidiana e sua autoestima. Deixar de fazer certas atividades ou recusar convites por vergonha de ser visto é algo para se ligar o sinal de alerta. Autoestima não é a mesma coisa que vaidade – você não precisa ser uma pessoa vaidosa para estar com a autoestima em dia. Está tudo bem você não se importar em sair sem maquiagem – não está tudo bem você não querer sair de casa porque está se sentindo feia. Percebe a diferença?

É importante que você saiba que todos esses efeitos colaterais do tratamento podem ser amenizados – você só precisa encontrar o profissional certo para lhe ajudar. Desde apoio psicoterapêutico para aceitar as mudanças, até acompanhamento nutricional e consultoria de imagem, existem profissionais especializados, prontos para te ajudar a passar por essa fase da melhor forma possível.

Na Casa Camaleão, sede física da ONG Projeto Camaleão: Autoestima contra o câncer, você pode marcar hora para escolher uma peruca, fazer uma consultoria de imagem ou aprender a se maquiar, por exemplo. Tudo isso de forma gratuita – basta dar um telefonema ou agendar por e-mail! Simples, né? Não tenha vergonha de buscar ajuda – os profissionais estão aí, exatamente para te ajudar a passar por essa fase da melhor forma possível. O que não dá é deixar de viver a vida por vergonha da imagem  que se vê no espelho.

Por Flávia Maoli – Arquiteta, blogueira do Além do Cabelo, Diretora do Projeto Camaleão e Colunista da Revista Integrativa
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EDITORIAL – REVISTA INTEGRATIVA 19

8 de junho de 2018

“Ressignificar  é olhar de dentro para fora. É encontrar novidade no que a gente vê todo dia. É saber que as coisas mudam tanto quanto as pessoas. É recriar o que um dia foi criado. É a própria regra. É saber lidar com o novo. É perceber que tem um pouco da gente em tudo o que a gente faz. É um exercício de autoconhecimento. É um ato de extrema liberdade em que a gente pinta o mundo à nossa volta do jeito que a gente vê.” @akapoeta – João Doederlein 

Somos seres em constante evolução e capazes de ressignificar, a cada instante, o sentido da própria existência. Ao passar pela experiência de ter tido um câncer é inevitável que algumas marcas sejam carimbadas no corpo e na alma de quem por ele passa. A dimensão do significado que este fato ocupará na vida de cada pessoa é única e individualizada, estando intimamente ligada aos recursos internos adquiridos e cultivados ao longo de sua trajetória de vida, e também às vivências compartilhadas e aos laços construídos com outras pessoas ao seu redor. Assim, o câncer pode ser encarado como uma sentença trágica ou pode transformar-se num desafio capaz de dar novo sentido a tudo.

Diante de um cenário que se reinventa a cada dia para melhor compreender as dimensões do câncer na vida dos pacientes, a Integrativa, aborda como matéria de capa: Bem-estar e Qualidade de Vida no Câncer. Esse tema pretende lançar luz às questões que envolvem o ajustamento do paciente para que ele possa, apesar de seu diagnóstico, usufruir de sentimentos de bem-estar e estruturar um ambiente e padrões de comportamentos capazes de proporcionar-lhe qualidade de vida.

Na matéria introdutória sobre o assunto, Dr. Geraldo, em sua experiência de 10 anos dedicados a estudar o bem-estar nos mais variados ambientes e com diferentes públicos, o define como sendo uma arte, pois o considera complexo, individual, relativo, que ocorre de dentro para fora no indivíduo e é recheado de subjetividade. De maneira complementar, entende a qualidade de vida como sendo a estrutura disponível capaz de suprir recursos, a fim de dar sustentação a este bem-estar e promover o equilíbrio necessário para os padrões de um sujeito saudável. Esses conceitos se encaixam perfeitamente no contexto em que se encontram os pacientes portadores de câncer. E é com esse propósito que se desenvolvem os temas propostos.

Um exemplo de ressignificação da trajetória de vida após o câncer é apresentado na entrevista com os idealizadores do Projeto Camaleão: autoestima contra o câncer. Nela é possível compreender que a história de vida de cada um pode ser escrita a partir de um ponto final, de exclamação ou interrogação. Basta querer fazer a diferença, primeiramente para si mesmo como forma de resgate, reconstrução e empoderamento do seu “eu” e, depois, partir para a ação coletiva que tem o poder de transformar vidas ao seu redor, e como “bumerangue” receber de volta tudo recheado de mais e mais experiências transformadoras e enriquecedoras.

Na sequência, três pilares da qualidade de vida, como a alimentação, imagem corporal e atividade física são abordados por diferentes profissionais e trazem informações valiosas para esse contexto. Ao mesmo tempo em que esclarecem dúvidas, proporcionam dicas que poderão ser seguidas pelos pacientes e seus cuidadores.

A reflexão de Flávia Maoli, uma das diretoras da Casa Camaleão, em sua coluna “Quem é essa no meu espelho?”, analisa o quanto situações desfavoráveis, como mudanças físicas e comprometimento da autoestima, experienciadas por ela, podem se transformar em algo gratificante na medida em que ajuda outras pessoas a superar esses obstáculos.

A Revista traz, também, assuntos extremamente relevantes para a compreensão e esclarecimento quanto às necessidades de saúde da população em geral e para o seguimento oncológico especificamente, entre eles: Vacina e prevenção do câncer; Campanha Nacional da Voz; Mucosite bucal e Acupuntura.

E não poderíamos deixar de falar sobre a Certificação que a CliniOnco recebeu em janeiro deste ano. A instituição foi Acreditada com Excelência – Nivel 3 pela ONA (Organização Nacional de Acreditação), o que nos orgulha muito! Nossa responsabilidade e compromisso com toda a comunidade, pacientes e colaboradores cresce proporcionalmente às exigências que esse selo representa no âmbito da saúde.  Nosso especial agradecimento a todos que contribuíram para esse feito.

Finalizo este editorial com a frase do depoimento da paciente Valquiria M. Notare, em Vidas Ressignificadas:

“Embora nós não possamos controlar a duração de nossas vidas, podemos determinar completamente o seu significado e profundidade, aproveitando a oportunidade de estarmos vivos para nos elevarmos espiritualmente  vivendo uma vida relevante e gratificante para nós e para os demais”.

Boa Leitura!

Por Sandra Rodrigues – Diretora Assistencial e Administrativa

 

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Mostra Fotográfica A Arte do Cuidado

23 de maio de 2018

CliniOnco realiza exposição fotográfica: A ARTE NO CUIDADO!

A mostra foi idealizada pela paciente Luciana Quinto (in memorian), artista gráfica e curadora de artes, em parceria com The Foundation for Photo/Art in Hospital, enquanto fazia seu tratamento nesta instituição.

Ela envolveu-se no projeto de humanização dos ambientes hospitalares, por acreditar na arte como um meio de proporcionar conforto, bem-estar, alegria e descontração tanto para os pacientes quanto para os familiares, visitantes e profissionais que trabalham na área.

A Fundação Foto/Arte em Hospitais, sediada em Florença-Itália, criada e coordenada pela fotógrafa Elaine Poggi, desenvolve um Programa de Cura pelas Artes em mais de 300 estabelecimentos de saúde em sete continentes. Esta instituição oferece um extenso portfólio de fotografias de natureza, que vão desde praias tropicais até flores de cerejeira japonesas, colinas da Toscana e belíssimos cenários com animais, doadas por fotógrafos das mais diversas partes do mundo.  As fotografias são doadas pela fundação às instituições de saúde que, também, têm como propósito tornar seus ambientes, o mais humanizado possível.

A parceria, estabelecida por Luciana com a Fundação e abraçada prontamente pela CliniOnco, resultou nesta bela exposição permanente da Arte no Cuidado.

A partir do dia 24 de maio, as obras selecionadas farão parte da harmonização dos ambientes do Centro de Tratamento da instituição que é dedicada ao tratamento de pacientes com câncer.

A sensibilidade, o amor pela arte e a preocupação em tornar acolhedor o ambiente onde pessoas são cuidadas e cuidam de outros, foi o grande legado da Luciana. À ELA, toda gratidão e amor!

24 de maio de 2018

Abertura da Solenidade às 18hs no Auditório da CliniOnco (Rua Dona Laura, 204).

Após, os convidados serão recepcionados no Centro de Tratamentos (Rua Dona Laura, 226) para prestigiar as demais obras em exposição.

Aberto ao público.

Confira algumas imagens da mostra:

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CLINIONCO ADQUIRE SISTEMA PAXMAN PARA PREVENÇÃO DE QUEDA DO CABELO DOS PACIENTES EM QUIMIOTERAPIA

20 de março de 2018

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Entre os efeitos de algumas quimioterapias, a queda de cabelo (alopecia), é um fator impactante na qualidade de vida e bem-estar dos pacientes, principalmente mulheres.

O tratamento que auxilia a diminuir ou até evitar a queda brusca de cabelos durante o tratamento do câncer é o resfriamento do couro cabeludo, e a partir do mês de março a CliniOnco traz aos seus pacientes o moderno Sistema Paxman de Resfriamento. Saiba mais sobre esta técnica em nosso post abaixo:

 

O que é resfriamento do couro cabeludo?

Resfriamento do couro cabeludo é um tratamento simples que pode prevenir aqueda do cabelo causada por certos medicamentos quimioterápicos. O uso do resfriamento do couro cabeludo ou “toucas geladas” provou se um meio eficaz de combater a alopecia induzida pela quimioterapia e pode resultar em grande retenção ou a preservação completa dos cabelos. Para pacientes, isso significa a oportunidade de recuperar algum controle, mantendo sua privacidade e incentivar atitude positiva perante o tratamento.

Por que a quimioterapia causa queda de cabelo?

A quimioterapia tem como alvo todas as células de divisão rápida no corpo. O cabelo é a segunda mais rápida em divisão celular no organismo e essa é a razão por que muitas drogas quimioterápicas causam queda de cabelo. Os folículos capilares na fase de crescimento são atacados, resultando na queda de cabelo aproximadamente duas semanas após o início da quimioterapia.

Como o resfriamento do couro cabeludo funciona?

O dano causado pela quimioterapia ao folículo capilar pode ser diminuído pelo resfriamento do couro cabeludo. Funciona ao reduzir a temperatura do couro cabeludo em alguns graus imediatamente antes, durante e após a administração da quimioterapia. Isto, por sua vez, reduz o fluxo sanguíneo nos folículos capilares, o que pode prevenir ou minimizar a queda do cabelo. O Sistema Paxman de Resfriamento do Couro Cabeludo é uma opção confortável e tolerável em relação aos outros métodos de resfriamento do couro cabeludo devido à excelente tecnologia de extração de calor. Muitos medicamentos quimioterápicos, incluindo taxanos e antraciclinas, utilizados para tratar o câncer causarão queda de cabelo. Por favor, verifique com seu médico.

Quanto tempo leva?

30 minutos de resfriamento préinfusão, durante a infusão e até 90 minutos após a infusão da droga. Para maiores detalhes visite paxmanscalpcooling.com ou eptca.com/paxmanorbis

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ACREDITADO COM EXCELÊNCIA

1 de março de 2018

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A Clinionco recebeu o selo de ACREDITADO COM EXCELÊNCIA – Nível 3 pela ONA (Organização Nacional de Acreditação). 

Esta é mais uma conquista de uma equipe que se dedica integralmente para a atenção e o cuidado de seus pacientes e gestão dos processos institucionais.

Nos dias 15 e 16 de janeiro a equipe de avaliadores do IQG – Instituto Qualisa de Gestão e um observador da ONA realizaram a visita para avaliação de Certificação ONA Nível 3. No dia 19 de fevereiro recebemos, oficialmente, com muito orgulho a Declaração de Certificação ONA – ACREDITADO COM EXCELÊNCIA.

A dedicação e o trabalho da equipe no decorrer dos anos em todos os seus processos, a contar de sua preparação para os níveis que se antecederam a este, é motivo para comemorar. No entanto temos a clareza da responsabilidade que a nós é conferida, a conquista deste novo selo.

O terceiro estágio – Excelência em Gestão, segundo a ONA, é atribuído às instituições que já incorporaram, de forma sistemática, o acompanhamento e análise crítica dos processos e resultados assistenciais promovendo ciclos de melhorias contínuas. Portanto, padronizações, qualidade e segurança é nosso constante desafio.

Nossa missão é o atendimento integral e humanizado, com qualidade e segurança aos nossos pacientes. A busca constante de aperfeiçoamento e crescimento é o nosso compromisso com esta missão.