Archive for the ‘Notícias’ Category

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ACREDITADO COM EXCELÊNCIA

1 de março de 2018

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A Clinionco recebeu o selo de ACREDITADO COM EXCELÊNCIA – Nível 3 pela ONA (Organização Nacional de Acreditação). 

Esta é mais uma conquista de uma equipe que se dedica integralmente para a atenção e o cuidado de seus pacientes e gestão dos processos institucionais.

Nos dias 15 e 16 de janeiro a equipe de avaliadores do IQG – Instituto Qualisa de Gestão e um observador da ONA realizaram a visita para avaliação de Certificação ONA Nível 3. No dia 19 de fevereiro recebemos, oficialmente, com muito orgulho a Declaração de Certificação ONA – ACREDITADO COM EXCELÊNCIA.

A dedicação e o trabalho da equipe no decorrer dos anos em todos os seus processos, a contar de sua preparação para os níveis que se antecederam a este, é motivo para comemorar. No entanto temos a clareza da responsabilidade que a nós é conferida, a conquista deste novo selo.

O terceiro estágio – Excelência em Gestão, segundo a ONA, é atribuído às instituições que já incorporaram, de forma sistemática, o acompanhamento e análise crítica dos processos e resultados assistenciais promovendo ciclos de melhorias contínuas. Portanto, padronizações, qualidade e segurança é nosso constante desafio.

Nossa missão é o atendimento integral e humanizado, com qualidade e segurança aos nossos pacientes. A busca constante de aperfeiçoamento e crescimento é o nosso compromisso com esta missão.

 

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Segurança do Paciente e Gerenciamento de Risco

1 de novembro de 2017

O tratamento do câncer vem evoluindo muito nas últimas décadas. A pesquisa de novas drogas com menor potencial de reações adversas e risco de reações infusionais é o grande advento nestes últimos anos. Mesmo assim, a infusão de antineoplásicos exige a máxima segurança e a atenção de uma equipe multiprofissional adequadamente preparada. Isto fará toda a diferença no decorrer do tratamento.

A equipe lança mão de todos os recursos para tornar o tratamento o mais seguro possível. O Grupo de Gerenciamento de Risco que faz parte do Núcleo de Segurança do Paciente da CliniOnco trabalha no sentido de prevenir os riscos e minimizar as reações adversas ao paciente em tratamento do câncer.

Uma das atividades realizadas é o monitoramento do Risco de Reações Infusionais (RRI). Estas reações poderão ocorrer aos o paciente ao receberem a infusão de determinados tipos e classes de medicamentos ou quando são politratados, ou seja, que já se submeteram a outras quimioterapias anteriores e também aqueles que já apresentam hipersenssibilidades ou alergias diversas.

A partir dos dados levantados neste monitoramento, a equipe multidisciplinar da CliniOnco, elaborou um trabalho que foi selecionado para ser apresentado no XX Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica – SBOC, que ocorreu nos dias 25 a 28 de outubro de 2017, no Rio de Janeiro. O resultado apresentado foi a constatação de que 93,81% das possíveis Reações Infusionais (RI) foram prevenidas em função das ações adotadas pela equipe.

 

Veja o pôster apresentado no Congresso:

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CliniOnco conquista selo do Programa Brasileiro de Segurança do Paciente

15 de agosto de 2017

O Programa Brasileiro de Segurança do Paciente (PBSP), iniciativa do IQG – Instituto Qualisa de Gestão (Health Services Accreditation), junto com organizações mundiais, Institute of Healthcare Improvement (IHI), Canadian Safety Patient Institute – CPSI, Patient Safety Crosswalk, Accreditation Canadá, propõe mudanças fundamentais na cultura das organizações de saúdes através de uma abordagem que combina componentes de movimentos sociais e os aspectos de melhoria dos serviços, para que o tema Segurança do Paciente esteja em constante desenvolvimento nestas instituições e na sociedade.

Atualmente o programa conta com a participação de uma comunidade de 180 participantes, instituições empenhadas em melhorar os cuidados de saúde.
A CliniOnco faz parte deste grupo e em agosto de 2017 recebeu o “selo PBSP”, formalizando desta maneira, esta parceria.

O programa foi reconhecido pela ANS (Agência Nacional de Saúde) e o IQG definida como “Entidade Gestora”.

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Bazar de Natal da CliniOnco 2016 estimula a produção de trabalhos manuais

14 de novembro de 2016

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O tradicional Bazar de Natal da CliniOnco acontecerá no dia 01 de dezembro. O evento oportuniza que pacientes e familiares divulguem e comercializem seus trabalhos manuais no local. Realizado anualmente na sede da clínica (Rua Dona Laura, 204), o Bazar reúne pessoas que enfrentam o diagnóstico do câncer, familiares, colaboradores da CliniOnco e comunidade.

O Bazar é das 10h às 16h, aberto ao público e as inscrições para expositores podem ser feitas pelo email marketing@clinionco.com.br ou pelos fones 51 4009 6029 | 51 99571 8500.

Bazar de Natal

Dia 01 de dezembro (quinta-feira)

Das 10h às 16h, na sede da CliniOnco (Rua Dona Laura, 204).

#BazarDeNatalCliniOnco

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SARAU ARTÍSTICO CLINIONCO 2016 DESTACA SEU TALENTO

11 de novembro de 2016

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Valorizar os talentos individuais e motivar as pessoas a desenvolverem seu potencial artístico é o objetivo do Sarau Artístico CliniOnco. A próxima edição do evento que conta com a participação de pacientes, familiares e de colaboradores da instituição acontece no dia 25 de novembro na Rua Dona Laura, 204 (Casa CliniOnco).

O Sarau Artístico, proposto pela CliniOnco desde o ano de 2007, pretende instigar o artista que existe dentro de cada um, seja ele paciente, familiar, colaborador ou conhecido destes. O momento é de ousar e se mostrar artisticamente, seja cantando, dançando, recitando poesia ou até mesmo fazendo acrobacia.

Portanto, convidamos a todos para ser o artista ou a plateia. O importante é participar!

Vamos lá, crie seu número!

Inscrições para os artistas nas recepções da CliniOnco até dia 22 de novembro.

Estamos esperando você!

Data: 25 de novembro (sexta-feira)

Horário: a partir do meio dia

Local: Auditório CliniOnco (Rua Dona Laura, 204)

Inscrições para apresentações artísticas: Rua Dona Laura, 226 – recepção 3º andar

Entrada gratuíta.

Maiores informações: marketing@clinionco.com.br ou 51 4009 6029/ 99571 8500

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Amamentação poderia evitar a morte de 20 mil mulheres ao ano por câncer de mama e ovário

29 de janeiro de 2016

O estudo liderado por um epidemiologista da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) inclui 28 meta-análises e será publicado na revista The Lancet. O aleitamento materno também reduz o risco de obesidade e diabetes. 

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A mais ampla e detalhada pesquisa já realizada no mundo sobre amamentação, coordenada por um cientista gaúcho, revela dados impactantes sobre a importância do aleitamento materno para a saúde e a economia. De acordo com o estudo, que será publicado hoje pela revista médica The Lancet, universalizar a amamentação evitaria a cada ano a morte de 800 mil crianças e de 20 mil mulheres vitimadas pelo câncer de mama. Conforme o trabalho, a falta de amamentação causa um prejuízo anual de US$ 302 bilhões, por limitar o desenvolvimento intelectual — são US$ 8,7 bilhões perdidos apenas no Brasil.

O principal autor do estudo é o epidemiologista Cesar Victora, professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e um dos cientistas brasileiros de maior projeção. Ele foi convidado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) a comandar o grupo internacional que cruzou dados de 28 pesquisas já realizadas sobre o tema — 22 delas encomendadas especificamente para a The Lancet.

As 800 mil vidas que seriam poupadas a cada ano pelo leite materno correspondem a 13% da mortalidade nos primeiros 24 meses de vida. Apesar desse impacto em potencial, o trabalho mostra que a amamentação é negligenciada. Apenas uma em cada cinco crianças recebe leite materno até os 12 meses nos países de renda alta. Em países de renda baixa ou média, como o Brasil, o aleitamento exclusivo até os seis meses é privilégio de apenas uma em cada três crianças.

Uma das descobertas mais importantes da pesquisa é que a amamentação não faz bem apenas para a saúde de quem recebe o leite, mas também de quem o fornece. Os dados apontaram menor incidência de câncer de mama e de ovário entre as mulheres que dão o peito. Segundo Victora, isso decorre do efeito hormonal decorrente da estimulação do seio pelo bebê (veja entrevista ao lado).

No caso das crianças, o aleitamento aumenta a inteligência e reduz o risco de desenvolvimento de obesidade e diabetes na idade adulta. Nos países de alta renda, a mortalidade infantil súbita cai um terço entre crianças amamentadas. No países mais pobres, previnem-se metade dos casos de diarreia.  A expectativa de vida de quem foi aumentado é maior.

Conforme os autores do trabalho, o aumento das taxas de amamentação de crianças de até seis meses de idade a 90% nos Estados Unidos, na China e no Brasil e a 45% no Reino Unido reduziria os custos com tratamento de doenças como pneumonia, diarreia e asma. A economia para os sistemas de saúde seria de US$ 2,45 bilhões nos EUA, US$ 29,5 milhões no Reino Unido, US$ 223,6 milhões na China e US$ 6 milhões no Brasil.

A pesquisa mostra que a falta de aleitamento materno é um problema especialmente grave em países ricos. Por razões culturais ou de mercado de trabalho, as taxas são baixíssimas no primeiro ano de vida em nações como o Reino Unido (menos de 1%), a Irlanda (2%) e a Dinamarca (3%). Os pesquisadores observam que a amamentação é um dos poucos comportamentos de saúde positivos que é mais comum em países pobres do que nos ricos.

Os responsáveis pelo estudo manifestam uma preocupação especial com o avanço da indústria que oferece produtos para substituir o leite materno — as vendas globais do setor passaram de cerca de US$ 2 bilhões em 1987 para US$ 40 bilhões em 2014.

— A saturação de mercado em países de alta renda leva as indústrias a penetrar rapidamente em mercados globais emergentes. Quase todo o crescimento em vendas de leite em fórmula para crianças no futuro próximo deve acontecer em países de renda baixa e média, onde o consumo ainda é relativamente baixo — alerta um dos autores, Nigel Rollins, do Departamento de Saúde Materna, Neonatal, Infantil e do Adolescente da OMS.

• BENEFÍCIOS PARA AS CRIANÇAS AMAMENTADAS POR MAIS TEMPO:

Menos infecções;

Inteligência maior;

Menor risco de obesidade;

Menor risco de diabetes;

Entre outros.

Fonte: Zero Hora

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Não é só o câncer de mama: veja outros quatro cânceres mais incidentes nas mulheres

14 de dezembro de 2015

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Na campanha outubro rosa, falou-se muito sobre o câncer de mama, que aumenta em 57 mil casos por ano. Prevenir a doença e diagnosticar precocemente é fundamental para a sobrevida das pacientes, mas há outros tipos de câncer que atingem mulheres. Saiba quais são e entenda o que é possível fazer para prevenir.

Câncer de pele não melanoma – Cerca de 83 mil novos casos da doença são registrados por ano.
Representa 25% dos tumores em todo o País. De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), entre 2014 e 2015, haverá 83 mil novos casos entre as mulheres brasileiras. O diagnóstico precoce, no entanto, ajuda o câncer a ser controlado e faz com que as taxas de cura sejam altas. Conforme o tempo vai passando, é possível que esse câncer cause úlceras na pele e deformidades. Não se expor excessivamente ao sol é importante para prevenir o câncer de pele.

Câncer colorretal – Doença que contabiliza cerca de 17 mil novos casos ao ano
É um câncer de intestino que atinge as partes do cólon e reto. Ele consiste em tumores que se desenvolvem a partir de alterações de células intestinais. A partir daí, elas silenciosamente se replicam de forma desordenada no intestino grosso. Quando detectado precocemente, as chances de cura são altas. Os fatores de risco para o câncer colorretal são idade avançada, hereditariedade, além de doenças inflamatórias crônicas no intestino. A prevenção começa com uma boa alimentação. Ela ajuda o intestino a funcionar direito, mas não só isso: ela é protetora contra o câncer. Dietas rica em vegetais, laticínios e pobre em gorduras, especialmente a saturada, são importantes para manter o câncer longe. Fazer exames para detecção precoce a partir dos 50 anos, como a colonoscopia, é de extrema importância para o controle da doença.

Câncer de colo do útero – A cada ano, mais 15 mil novos são conhecidos
Perfeitamente possível de ser prevenido, o câncer de colo do útero é causado pelo vírus do HPV (papilomavírus humano). A vacina, portanto, faz com que o corpo, caso tenha contato com o vírus, o destrua e não permita que ele se aloje no organismo. Para aquelas mulheres que já tiveram contato com o vírus e ele já está no corpo, fazer o exame Papanicolau com regularidade ajuda a identificar possíveis lesões e tratá-las antes que elas se tornem um câncer. O problema maior do câncer de colo do útero é que quase metade das mulheres são diagnosticadas já em estado avançado por não terem acesso ao Papanicolau ou à vacina. Segundo dados do Inca, essa neoplasia foi a terceira causa de morte por causa de câncer em mulheres. Além dos exames preventivos, relações sexuais com proteção evitam o contágio.

Câncer de pulmão – Mal que registra 10 mil novos casos por ano
A maior causa do câncer de pulmão é perfeitamente evitável: basta não fumar, já que 90% dos casos desse tipo de câncer foram causados pelo tabaco. Além disso, o fumante passivo sofre consequências sérias por culpa de outros que fumam ao seu redor. No Brasil, cerca de 22 mil mortes acontecem por ano em função dessa doença, segundo o Inca. Esse câncer pode ser silencioso ou ter sintomas difusos. Tosse, falta de ar, emagrecimento, dores, sangramento nas vias respiratórias e pneumonias seguidas são alguns dos sinais. Com a suspeita, o médico pede um raio-x de tórax e complementa o exame com uma tomografia computadorizada. A partir de então, é possível identificar se há algo errado. O tipo de tumor, no entanto, só pode ser identificado por meio de uma biópsia.

 

Fonte: O Sul