Archive for the ‘Notícias’ Category

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Segurança do Paciente e Gerenciamento de Risco

1 de novembro de 2017

O tratamento do câncer vem evoluindo muito nas últimas décadas. A pesquisa de novas drogas com menor potencial de reações adversas e risco de reações infusionais é o grande advento nestes últimos anos. Mesmo assim, a infusão de antineoplásicos exige a máxima segurança e a atenção de uma equipe multiprofissional adequadamente preparada. Isto fará toda a diferença no decorrer do tratamento.

A equipe lança mão de todos os recursos para tornar o tratamento o mais seguro possível. O Grupo de Gerenciamento de Risco que faz parte do Núcleo de Segurança do Paciente da CliniOnco trabalha no sentido de prevenir os riscos e minimizar as reações adversas ao paciente em tratamento do câncer.

Uma das atividades realizadas é o monitoramento do Risco de Reações Infusionais (RRI). Estas reações poderão ocorrer aos o paciente ao receberem a infusão de determinados tipos e classes de medicamentos ou quando são politratados, ou seja, que já se submeteram a outras quimioterapias anteriores e também aqueles que já apresentam hipersenssibilidades ou alergias diversas.

A partir dos dados levantados neste monitoramento, a equipe multidisciplinar da CliniOnco, elaborou um trabalho que foi selecionado para ser apresentado no XX Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica – SBOC, que ocorreu nos dias 25 a 28 de outubro de 2017, no Rio de Janeiro. O resultado apresentado foi a constatação de que 93,81% das possíveis Reações Infusionais (RI) foram prevenidas em função das ações adotadas pela equipe.

 

Veja o pôster apresentado no Congresso:

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CliniOnco conquista selo do Programa Brasileiro de Segurança do Paciente

15 de agosto de 2017

O Programa Brasileiro de Segurança do Paciente (PBSP), iniciativa do IQG – Instituto Qualisa de Gestão (Health Services Accreditation), junto com organizações mundiais, Institute of Healthcare Improvement (IHI), Canadian Safety Patient Institute – CPSI, Patient Safety Crosswalk, Accreditation Canadá, propõe mudanças fundamentais na cultura das organizações de saúdes através de uma abordagem que combina componentes de movimentos sociais e os aspectos de melhoria dos serviços, para que o tema Segurança do Paciente esteja em constante desenvolvimento nestas instituições e na sociedade.

Atualmente o programa conta com a participação de uma comunidade de 180 participantes, instituições empenhadas em melhorar os cuidados de saúde.
A CliniOnco faz parte deste grupo e em agosto de 2017 recebeu o “selo PBSP”, formalizando desta maneira, esta parceria.

O programa foi reconhecido pela ANS (Agência Nacional de Saúde) e o IQG definida como “Entidade Gestora”.

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Bazar de Natal da CliniOnco 2016 estimula a produção de trabalhos manuais

14 de novembro de 2016

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O tradicional Bazar de Natal da CliniOnco acontecerá no dia 01 de dezembro. O evento oportuniza que pacientes e familiares divulguem e comercializem seus trabalhos manuais no local. Realizado anualmente na sede da clínica (Rua Dona Laura, 204), o Bazar reúne pessoas que enfrentam o diagnóstico do câncer, familiares, colaboradores da CliniOnco e comunidade.

O Bazar é das 10h às 16h, aberto ao público e as inscrições para expositores podem ser feitas pelo email marketing@clinionco.com.br ou pelos fones 51 4009 6029 | 51 99571 8500.

Bazar de Natal

Dia 01 de dezembro (quinta-feira)

Das 10h às 16h, na sede da CliniOnco (Rua Dona Laura, 204).

#BazarDeNatalCliniOnco

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SARAU ARTÍSTICO CLINIONCO 2016 DESTACA SEU TALENTO

11 de novembro de 2016

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Valorizar os talentos individuais e motivar as pessoas a desenvolverem seu potencial artístico é o objetivo do Sarau Artístico CliniOnco. A próxima edição do evento que conta com a participação de pacientes, familiares e de colaboradores da instituição acontece no dia 25 de novembro na Rua Dona Laura, 204 (Casa CliniOnco).

O Sarau Artístico, proposto pela CliniOnco desde o ano de 2007, pretende instigar o artista que existe dentro de cada um, seja ele paciente, familiar, colaborador ou conhecido destes. O momento é de ousar e se mostrar artisticamente, seja cantando, dançando, recitando poesia ou até mesmo fazendo acrobacia.

Portanto, convidamos a todos para ser o artista ou a plateia. O importante é participar!

Vamos lá, crie seu número!

Inscrições para os artistas nas recepções da CliniOnco até dia 22 de novembro.

Estamos esperando você!

Data: 25 de novembro (sexta-feira)

Horário: a partir do meio dia

Local: Auditório CliniOnco (Rua Dona Laura, 204)

Inscrições para apresentações artísticas: Rua Dona Laura, 226 – recepção 3º andar

Entrada gratuíta.

Maiores informações: marketing@clinionco.com.br ou 51 4009 6029/ 99571 8500

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Amamentação poderia evitar a morte de 20 mil mulheres ao ano por câncer de mama e ovário

29 de janeiro de 2016

O estudo liderado por um epidemiologista da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) inclui 28 meta-análises e será publicado na revista The Lancet. O aleitamento materno também reduz o risco de obesidade e diabetes. 

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A mais ampla e detalhada pesquisa já realizada no mundo sobre amamentação, coordenada por um cientista gaúcho, revela dados impactantes sobre a importância do aleitamento materno para a saúde e a economia. De acordo com o estudo, que será publicado hoje pela revista médica The Lancet, universalizar a amamentação evitaria a cada ano a morte de 800 mil crianças e de 20 mil mulheres vitimadas pelo câncer de mama. Conforme o trabalho, a falta de amamentação causa um prejuízo anual de US$ 302 bilhões, por limitar o desenvolvimento intelectual — são US$ 8,7 bilhões perdidos apenas no Brasil.

O principal autor do estudo é o epidemiologista Cesar Victora, professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e um dos cientistas brasileiros de maior projeção. Ele foi convidado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) a comandar o grupo internacional que cruzou dados de 28 pesquisas já realizadas sobre o tema — 22 delas encomendadas especificamente para a The Lancet.

As 800 mil vidas que seriam poupadas a cada ano pelo leite materno correspondem a 13% da mortalidade nos primeiros 24 meses de vida. Apesar desse impacto em potencial, o trabalho mostra que a amamentação é negligenciada. Apenas uma em cada cinco crianças recebe leite materno até os 12 meses nos países de renda alta. Em países de renda baixa ou média, como o Brasil, o aleitamento exclusivo até os seis meses é privilégio de apenas uma em cada três crianças.

Uma das descobertas mais importantes da pesquisa é que a amamentação não faz bem apenas para a saúde de quem recebe o leite, mas também de quem o fornece. Os dados apontaram menor incidência de câncer de mama e de ovário entre as mulheres que dão o peito. Segundo Victora, isso decorre do efeito hormonal decorrente da estimulação do seio pelo bebê (veja entrevista ao lado).

No caso das crianças, o aleitamento aumenta a inteligência e reduz o risco de desenvolvimento de obesidade e diabetes na idade adulta. Nos países de alta renda, a mortalidade infantil súbita cai um terço entre crianças amamentadas. No países mais pobres, previnem-se metade dos casos de diarreia.  A expectativa de vida de quem foi aumentado é maior.

Conforme os autores do trabalho, o aumento das taxas de amamentação de crianças de até seis meses de idade a 90% nos Estados Unidos, na China e no Brasil e a 45% no Reino Unido reduziria os custos com tratamento de doenças como pneumonia, diarreia e asma. A economia para os sistemas de saúde seria de US$ 2,45 bilhões nos EUA, US$ 29,5 milhões no Reino Unido, US$ 223,6 milhões na China e US$ 6 milhões no Brasil.

A pesquisa mostra que a falta de aleitamento materno é um problema especialmente grave em países ricos. Por razões culturais ou de mercado de trabalho, as taxas são baixíssimas no primeiro ano de vida em nações como o Reino Unido (menos de 1%), a Irlanda (2%) e a Dinamarca (3%). Os pesquisadores observam que a amamentação é um dos poucos comportamentos de saúde positivos que é mais comum em países pobres do que nos ricos.

Os responsáveis pelo estudo manifestam uma preocupação especial com o avanço da indústria que oferece produtos para substituir o leite materno — as vendas globais do setor passaram de cerca de US$ 2 bilhões em 1987 para US$ 40 bilhões em 2014.

— A saturação de mercado em países de alta renda leva as indústrias a penetrar rapidamente em mercados globais emergentes. Quase todo o crescimento em vendas de leite em fórmula para crianças no futuro próximo deve acontecer em países de renda baixa e média, onde o consumo ainda é relativamente baixo — alerta um dos autores, Nigel Rollins, do Departamento de Saúde Materna, Neonatal, Infantil e do Adolescente da OMS.

• BENEFÍCIOS PARA AS CRIANÇAS AMAMENTADAS POR MAIS TEMPO:

Menos infecções;

Inteligência maior;

Menor risco de obesidade;

Menor risco de diabetes;

Entre outros.

Fonte: Zero Hora

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Não é só o câncer de mama: veja outros quatro cânceres mais incidentes nas mulheres

14 de dezembro de 2015

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Na campanha outubro rosa, falou-se muito sobre o câncer de mama, que aumenta em 57 mil casos por ano. Prevenir a doença e diagnosticar precocemente é fundamental para a sobrevida das pacientes, mas há outros tipos de câncer que atingem mulheres. Saiba quais são e entenda o que é possível fazer para prevenir.

Câncer de pele não melanoma – Cerca de 83 mil novos casos da doença são registrados por ano.
Representa 25% dos tumores em todo o País. De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), entre 2014 e 2015, haverá 83 mil novos casos entre as mulheres brasileiras. O diagnóstico precoce, no entanto, ajuda o câncer a ser controlado e faz com que as taxas de cura sejam altas. Conforme o tempo vai passando, é possível que esse câncer cause úlceras na pele e deformidades. Não se expor excessivamente ao sol é importante para prevenir o câncer de pele.

Câncer colorretal – Doença que contabiliza cerca de 17 mil novos casos ao ano
É um câncer de intestino que atinge as partes do cólon e reto. Ele consiste em tumores que se desenvolvem a partir de alterações de células intestinais. A partir daí, elas silenciosamente se replicam de forma desordenada no intestino grosso. Quando detectado precocemente, as chances de cura são altas. Os fatores de risco para o câncer colorretal são idade avançada, hereditariedade, além de doenças inflamatórias crônicas no intestino. A prevenção começa com uma boa alimentação. Ela ajuda o intestino a funcionar direito, mas não só isso: ela é protetora contra o câncer. Dietas rica em vegetais, laticínios e pobre em gorduras, especialmente a saturada, são importantes para manter o câncer longe. Fazer exames para detecção precoce a partir dos 50 anos, como a colonoscopia, é de extrema importância para o controle da doença.

Câncer de colo do útero – A cada ano, mais 15 mil novos são conhecidos
Perfeitamente possível de ser prevenido, o câncer de colo do útero é causado pelo vírus do HPV (papilomavírus humano). A vacina, portanto, faz com que o corpo, caso tenha contato com o vírus, o destrua e não permita que ele se aloje no organismo. Para aquelas mulheres que já tiveram contato com o vírus e ele já está no corpo, fazer o exame Papanicolau com regularidade ajuda a identificar possíveis lesões e tratá-las antes que elas se tornem um câncer. O problema maior do câncer de colo do útero é que quase metade das mulheres são diagnosticadas já em estado avançado por não terem acesso ao Papanicolau ou à vacina. Segundo dados do Inca, essa neoplasia foi a terceira causa de morte por causa de câncer em mulheres. Além dos exames preventivos, relações sexuais com proteção evitam o contágio.

Câncer de pulmão – Mal que registra 10 mil novos casos por ano
A maior causa do câncer de pulmão é perfeitamente evitável: basta não fumar, já que 90% dos casos desse tipo de câncer foram causados pelo tabaco. Além disso, o fumante passivo sofre consequências sérias por culpa de outros que fumam ao seu redor. No Brasil, cerca de 22 mil mortes acontecem por ano em função dessa doença, segundo o Inca. Esse câncer pode ser silencioso ou ter sintomas difusos. Tosse, falta de ar, emagrecimento, dores, sangramento nas vias respiratórias e pneumonias seguidas são alguns dos sinais. Com a suspeita, o médico pede um raio-x de tórax e complementa o exame com uma tomografia computadorizada. A partir de então, é possível identificar se há algo errado. O tipo de tumor, no entanto, só pode ser identificado por meio de uma biópsia.

 

Fonte: O Sul

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Instituto Nacional do Câncer diz que luta contra a doença deve começar pela guerra à obesidade

10 de dezembro de 2015

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O Brasil deverá registrar no próximo ano 596.070 novos casos de câncer. Entre os homens, são esperados 295.200 novos registros, e entre as mulheres, 300.870, segundo o Inca (Instituto Nacional de Câncer), que anunciou as estimativas nacionais e regionais de casos novos da doença para 2016 (válida também para 2017).

O tipo de câncer mais incidente em ambos os sexos será o de pele não melanoma (175.760 casos novos a cada ano, sendo 80.850 em homens e 94.910 em mulheres), que corresponde a 29% do total estimado, mas tem baixa mortalidade. Para os homens, os tumores mais incidentes serão os de próstata, pulmão e cólon e reto. Entre as mulheres, as maiores incidências da doença serão de mama, cólon e reto e colo do útero.

Apesar disso, o vice-diretor-geral do Inca, Luiz Felipe Ribeiro Pinto, destacou que, atualmente, o combate à doença que mata 190 mil brasileiros por ano, sendo a segunda causa de morte no País, deve se concentrar na promoção de hábitos de vida saudáveis.
De acordo com o diretor, um terço dos casos de câncer são evitáveis, e os principais fatores de risco para eles são o tabagismo e a alimentação – que, sozinhos, correspondem a 65% das causas identificáveis.

“Hábitos de vida pouco saudáveis, como o sedentarismo, o ganho de peso, o estresse e o consumo de carnes processadas e vermelhas são os grandes fatores de risco do século 21. E esse enfrentamento precisa começar na escola. É preciso ensinar para as crianças, desde cedo, que é preciso fazer exercícios e comer de forma saudável, da mesma forma que foi feito com o ensino sobre os ciclos das doenças parasitárias. Só assim poderemos reverter o quadro”, afirmou Ribeiro Pinto.

Evidências.
O excesso de gordura corporal pode estar na origem de boa parte desses novos casos. Estudos trazem evidências que relacionam o excesso de peso e o desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como os de cólon e reto, mama (na pós-menopausa), ovário, próstata, esôfago e endométrio. Segundo o diretor, hoje, um em cada três homens no Brasil desenvolve um câncer.
Para as mulheres, o índice é de uma em cada cinco. Porém, se os brasileiros não alterarem seu estilo de vida, as taxas ficarão cada vez mais próximas das americanas. Nos Estados Unidos, um em cada dois homens desenvolve câncer e, entre as mulheres, uma em cada três.

“O brasileiro tinha, tradicionalmente, uma alimentação equilibrada, mas, com a globalização, adotamos hábitos de países com índices de obesidade bem mais altos que o nosso”, explicou Ribeiro Pinto. “A exemplo da taxa de tabagismo, que baixamos de mais de 40% para menos de 20% entre os homens, acredito que conseguiremos enfrentar o problema. Mas terá de ser um esforço conjunto da sociedade”.

 

Fonte: Agência Globo