Archive for the ‘CliniOnco’ Category

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Segurança do Paciente e Gerenciamento de Risco

1 de novembro de 2017

O tratamento do câncer vem evoluindo muito nas últimas décadas. A pesquisa de novas drogas com menor potencial de reações adversas e risco de reações infusionais é o grande advento nestes últimos anos. Mesmo assim, a infusão de antineoplásicos exige a máxima segurança e a atenção de uma equipe multiprofissional adequadamente preparada. Isto fará toda a diferença no decorrer do tratamento.

A equipe lança mão de todos os recursos para tornar o tratamento o mais seguro possível. O Grupo de Gerenciamento de Risco que faz parte do Núcleo de Segurança do Paciente da CliniOnco trabalha no sentido de prevenir os riscos e minimizar as reações adversas ao paciente em tratamento do câncer.

Uma das atividades realizadas é o monitoramento do Risco de Reações Infusionais (RRI). Estas reações poderão ocorrer aos o paciente ao receberem a infusão de determinados tipos e classes de medicamentos ou quando são politratados, ou seja, que já se submeteram a outras quimioterapias anteriores e também aqueles que já apresentam hipersenssibilidades ou alergias diversas.

A partir dos dados levantados neste monitoramento, a equipe multidisciplinar da CliniOnco, elaborou um trabalho que foi selecionado para ser apresentado no XX Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica – SBOC, que ocorreu nos dias 25 a 28 de outubro de 2017, no Rio de Janeiro. O resultado apresentado foi a constatação de que 93,81% das possíveis Reações Infusionais (RI) foram prevenidas em função das ações adotadas pela equipe.

 

Veja o pôster apresentado no Congresso:

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IYENGAR YOGA

24 de agosto de 2016

Prática que usa o alinhamento físico como ponto de partida e incentiva a disseminação da inteligência por todo o corpo, o autoconhecimento e a experiência das posturas como uma forma de “meditação dinâmica”.

iyengar yoga

 O MÉTODO

Yogacharya Sri B. K. S. Iyengar (1918 – 2014), através de sua dedicada prática e ensino baseados em um  profundo autoestudo ao longo de 80 anos, elevou o yoga a um alto expoente de ciência, arte e filosofia. Difundido amplamente em todos os continentes, o legado de seu ensino tem foco na prática de posturas (asanas)  e respiração (pranayama). Tendo passado por diversas dificuldades físicas e observado-as também em seus alunos, desenvolveu um sistema que utiliza diversos acessórios que conduzem ao aprendizado, oferecendo a possibilidade da prática de yoga a todos, com segurança na execução para a prevenção de lesões, precisão técnica e eficácia de resultados. Este sistema possui um cunho profundamente terapêutico para diferentes fins: visa a contribuir para a melhoria da saúde física, mental e emocional dos indivíduos e desenvolver a experiência e existência humanas em todo o seu potencial através da expansão da consciência. Observando as características indivi-duais de cada praticante, Iyengar Yoga usa o alinhamento físico como ponto de partida e incentiva a disseminação da inteligência por todo o corpo, o autoconhecimento e a experiência das posturas como uma forma de “meditação dinâmica”.

Os professores certificados por este método passam por um longo processo de formação, sendo submetidos a rigorosos padrões de exigência que incluem longos anos de prática dedicada, educação continuada e avaliação prática e didática pedagógica de ensino. No Brasil, a Associação Brasileira de Iyengar Yoga (ABIY) regulamenta todos os processos associados ao ensino do método, que tem três pilares: precisão técnica, sequenciamento e tempo de permanência.

“Se você tem a mente certa, seu corpo pode fazer qualquer coisa”. B.K.S. Iyengar

 AULA FOCADA EM MULHERES COM CÂNCER DE MAMA

 A cirurgia do câncer de mama pode resultar em uma diminuição da mobilidade e uma sensação de dormência no braço, ombro e peito. Estas sensações podem ser acompanhadas por uma perda de equilíbrio, energia e força. As pessoas afetadas pelo câncer de mama também podem sentir um aumento de ansiedade e fadiga. Todas estas questões podem ser devidamente abordadas através do yoga.

Com o objetivo de atender esta demanda, a aula foi concebida para atender às necessidades físicas, psicológicas e emocionais das mulheres que sobreviveram ao câncer de mama, aquelas que estão em tratamento de quimioterapia, radioterapia, e/ou se encontram em um estágio após a mastectomia e linfadenectomia, bem como as que apresentam linfedema.

Este programa promove um estado de liberdade física e de relaxamento mental, auxilia no processo de cura e melhora e estimula a saúde de forma ampla.

 Karla Vasconcellos – Professora Certificada em Iyengar Yoga

Ilustração: Bobby Clennell

 

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Climatério natural ou induzido: como e quando ocorre

9 de março de 2016

lachende frau bildet rahmen mit den fingern

O período de transição entre a fase reprodutiva e não-reprodutiva da vida feminina é identificado como climatério e caracteriza-se pelo enfraquecimento da função regular dos ovários, que diminuem a produção de hormônios como o estrogênio e progesterona, encerrando o funcionamento, em média, por volta dos 50 anos de idade. Conforme a Organização Mundial da Saúde, este período pode estender-se entre os 40 e os 65 anos.

Os principais sintomas são as repentinas ondas de calor (que ocorrem em virtude de alterações vasomotoras e estão presentes em cerca de 60% a 75% das mulheres) e a falta de desejo sexual. Em geral, os sinais surgem um pouco antes da última menstruação e podem persistir por 2 ou 3 anos. Conforme explica o ginecologista da CliniOnco Geraldo Gomes da Silveira, há formas de amenizar os efeitos do climatério através de uma abordagem adequada para cada caso. “Em torno de 75% das mulheres têm sintomas importantes que podem necessitar de tratamento clínico, onde podemos focar um determinado sintoma específico ou recomendar a terapia hormonal, que terá um efeito mais amplo e deve ter sua prescrição individualizada”, esclarece.

Na avaliação do especialista, o estilo de vida pode ter influência importante em relação às alterações físicas e metabólicas do climatério. “Nessa fase, há tendência de perda de massa óssea e muscular, associada ao aumento da gordura e à diminuição na absorção do cálcio, assim como elevação do risco para doenças cardiovasculares”.

Como formas de prevenção, uma alimentação saudável e rica em proteínas, vitaminas e minerais, especialmente o cálcio, é fundamental. “A atividade física é a principal recomendação para o manejo sistêmico das alterações climatéricas. No entanto, uma avaliação médica antes de iniciar qualquer atividade é obrigatória”, recomenda o ginecologista da CliniOnco.

Em pacientes que fazem tratamento contra o câncer, especialmente a quimioterapia, a fase do climatério pode ser antecipada em razão de alterações no organismo que são induzidas pela ação dos medicamentos, o chamado climatério induzido.

“A radioterapia e a quimioterapia têm como objetivo impedir o crescimento celular. Porém, esses tratamentos não atingem apenas as células malignas, mas as que estão sadias também. Por isso, dentre outros efeitos colaterais, podem levar a uma falência prematura dos ovários”, explica em artigo o médico ginecologista Joji Ueno, Doutorado pela Universidade de São Paulo.

Um estudo realizado em 2010 pela Faculdade de Medicina do ABC, em Santo André (SP), apontou a prevalência de amenorreia (ausência de menstruação) e sintomas de climatério, com falência ovariana, em 84% das pacientes submetidas à quimioterapia em idade fértil. Por isso, a recomendação é sempre informar para as pacientes em tratamento quimioterápico sobre a possibilidade de preservação da fertilidade.

 

 

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Convivendo de forma harmoniosa com a menopausa

4 de março de 2016
Rebellion of teenage blonde girl

Rebellion of teenage blonde girl

A influência dos hormônios no comportamento da mulher ocasiona flutuações durante as várias fases do seu ciclo vital. As alterações de humor, que ocorrem antes, durante ou depois da menstruação, podem ser entendidas como um efeito normal. Isso ocorre pelas alterações hormonais, intimamente relacionadas com o comportamento e o estresse que antecede esse período. Como toda fase de transição, o climatério é um período crítico marcado por instabilidade hormonal e emocional, capaz de ocasionar impacto negativo sobre a qualidade de vida da mulher. Ao entrar na menopausa, as alterações tendem a ser mais intensas, principalmente no início da fase, amenizando com o passar do tempo. Os sintomas variam de mulher para mulher, sendo os mais prevalentes a irritabilidade, as alterações de humor, a depressão.

Em relação às alterações emocionais da menopausa, não se pode atribuir exclusivamente aos hormônios a responsabilidade por tudo que ocorre. É importante considerar todo o cenário existencial da mulher, os aspectos sociais, biológicos, o passado emocional e físico, as condições atuais, entre outros. Como a expectativa de vida vem apresentando expressivo aumento, já se admite que as mulheres possam viver um terço de suas vidas em estado de deficiência estrogênica, portanto, de pós-menopausa. Assim sendo, a saúde e a qualidade de vida da mulher na menopausa, e depois desse período, passa a merecer especial atenção da medicina e da psicologia.

Muitas mulheres vivenciam essa fase de forma assintomática ou com sintomas pouco relevantes, entendendo-o como o preâmbulo de uma nova etapa do amadurecimento existencial, que lhes permitirá uma vida com maior confiança e segurança. Outras, porém, vivenciam o momento de forma negativa, apresentando vários sintomas e queixas emocionais, onde se destacam a irritabilidade, a ansiedade, a depressão e as disfunções sexuais (alterações do desejo, da excitação e do orgasmo). Dessa forma, fundamenta-se a ideia de que o climatério evolui de forma diferente para cada mulher, dependendo de suas características psicológicas e do contexto sociocultural onde se encontra. É um período de vulnerabilidade que pode exacerbar condições emocionais patológicas preexistentes, ou, por outro lado, ser vivido como momento de desenvolvimento e amadurecimento pessoal, abrindo perspectivas em direção ao futuro.

Por Tânia Rudnicki – Psicóloga, PhD em psicologia da saúde pelo ISPA (Instituto de Psicologia Aplicada, Lisboa) e Mestre e especialista em psicologia clínica

Fonte: Revista Integrativa_edição 09

 

 

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Amamentação poderia evitar a morte de 20 mil mulheres ao ano por câncer de mama e ovário

29 de janeiro de 2016

O estudo liderado por um epidemiologista da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) inclui 28 meta-análises e será publicado na revista The Lancet. O aleitamento materno também reduz o risco de obesidade e diabetes. 

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A mais ampla e detalhada pesquisa já realizada no mundo sobre amamentação, coordenada por um cientista gaúcho, revela dados impactantes sobre a importância do aleitamento materno para a saúde e a economia. De acordo com o estudo, que será publicado hoje pela revista médica The Lancet, universalizar a amamentação evitaria a cada ano a morte de 800 mil crianças e de 20 mil mulheres vitimadas pelo câncer de mama. Conforme o trabalho, a falta de amamentação causa um prejuízo anual de US$ 302 bilhões, por limitar o desenvolvimento intelectual — são US$ 8,7 bilhões perdidos apenas no Brasil.

O principal autor do estudo é o epidemiologista Cesar Victora, professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e um dos cientistas brasileiros de maior projeção. Ele foi convidado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) a comandar o grupo internacional que cruzou dados de 28 pesquisas já realizadas sobre o tema — 22 delas encomendadas especificamente para a The Lancet.

As 800 mil vidas que seriam poupadas a cada ano pelo leite materno correspondem a 13% da mortalidade nos primeiros 24 meses de vida. Apesar desse impacto em potencial, o trabalho mostra que a amamentação é negligenciada. Apenas uma em cada cinco crianças recebe leite materno até os 12 meses nos países de renda alta. Em países de renda baixa ou média, como o Brasil, o aleitamento exclusivo até os seis meses é privilégio de apenas uma em cada três crianças.

Uma das descobertas mais importantes da pesquisa é que a amamentação não faz bem apenas para a saúde de quem recebe o leite, mas também de quem o fornece. Os dados apontaram menor incidência de câncer de mama e de ovário entre as mulheres que dão o peito. Segundo Victora, isso decorre do efeito hormonal decorrente da estimulação do seio pelo bebê (veja entrevista ao lado).

No caso das crianças, o aleitamento aumenta a inteligência e reduz o risco de desenvolvimento de obesidade e diabetes na idade adulta. Nos países de alta renda, a mortalidade infantil súbita cai um terço entre crianças amamentadas. No países mais pobres, previnem-se metade dos casos de diarreia.  A expectativa de vida de quem foi aumentado é maior.

Conforme os autores do trabalho, o aumento das taxas de amamentação de crianças de até seis meses de idade a 90% nos Estados Unidos, na China e no Brasil e a 45% no Reino Unido reduziria os custos com tratamento de doenças como pneumonia, diarreia e asma. A economia para os sistemas de saúde seria de US$ 2,45 bilhões nos EUA, US$ 29,5 milhões no Reino Unido, US$ 223,6 milhões na China e US$ 6 milhões no Brasil.

A pesquisa mostra que a falta de aleitamento materno é um problema especialmente grave em países ricos. Por razões culturais ou de mercado de trabalho, as taxas são baixíssimas no primeiro ano de vida em nações como o Reino Unido (menos de 1%), a Irlanda (2%) e a Dinamarca (3%). Os pesquisadores observam que a amamentação é um dos poucos comportamentos de saúde positivos que é mais comum em países pobres do que nos ricos.

Os responsáveis pelo estudo manifestam uma preocupação especial com o avanço da indústria que oferece produtos para substituir o leite materno — as vendas globais do setor passaram de cerca de US$ 2 bilhões em 1987 para US$ 40 bilhões em 2014.

— A saturação de mercado em países de alta renda leva as indústrias a penetrar rapidamente em mercados globais emergentes. Quase todo o crescimento em vendas de leite em fórmula para crianças no futuro próximo deve acontecer em países de renda baixa e média, onde o consumo ainda é relativamente baixo — alerta um dos autores, Nigel Rollins, do Departamento de Saúde Materna, Neonatal, Infantil e do Adolescente da OMS.

• BENEFÍCIOS PARA AS CRIANÇAS AMAMENTADAS POR MAIS TEMPO:

Menos infecções;

Inteligência maior;

Menor risco de obesidade;

Menor risco de diabetes;

Entre outros.

Fonte: Zero Hora

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CliniOnco realiza ação contra o câncer de mama no estádio Beira-Rio

29 de setembro de 2015

Parceria com o Sport Clube Internacional e Gaúchas Rosa Choque acontece no dia 3 de outubro (sábado), a partir das 13h. beira rio

Uma iniciativa entre a CliniOnco, Sport Club Internacional e Gaúchas Rosa & Choque tem como objetivo conscientizar sobre o câncer de mama, o tipo mais comum entre as mulheres com 57.120 novos casos estimados para 2015.

As ações acontecem antes do jogo Internacional x Sport Recife pelo Campeonato Brasileiro, na Praça das Bandeiras junto ao estádio Beira Rio, próximo ao Gigantinho, no dia 3 de outubro (sábado), a partir das 13h.

Na ocasião, haverá distribuição de material informativo e um bate papo com profissionais da saúde com a mediação da jornalista Laura Medina da RBS TV, além de shows e apresentação do Grupo OncoArte.

Antes da partida, que inicia às 18h30, as crianças que acompanham os jogadores na entrada de campo estarão vestindo camisetas alusivas à campanha. Confira o cronograma e programe-se!

 CRONOGRAMA – Atividades abertas ao público

 

13h – Abertura da Ação contra o Câncer de Mama com Dj Hellman e equipe Clinionco distribuindo flyer e atendendo ao público com o apoio da Mediscan – clínica de diagnóstico por imagem;

13h30 às 14h20 – Banda Triathlon;

14h30 às 16h00 – Bate Papo com profissionais da saúde;

16h30 às  16h45 – Apresentação de dança com Grupo OncoArte – CliniOnco;

16h45 às 17h30 –  Banda Aukera.

 

MEDIADORA: Laura Medina – jornalista e apresentadora da RBS TV

 

PALESTRANTES:

Dra. Daniela Dornelles da Rosa

Vice-presidente do comitê científico da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas em Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA)

Médica Oncologista do Hospital Moinhos de Vento;

Tema: O câncer de mama na população brasileira

 

Dr. Rafael Castilho Pinto

Coordenador do Centro de Prevenção da CliniOnco

Médico proctologista e cirurgião geral do Hospital Santa Casa de Misericórdia

Trabalho dedicado a prevenção geral do câncer na última década.

Tema: Prevenção geral do câncer nas mulheres

 

Cristiano Oliveira

Psicólogo do Centro de Psico-oncologia da CliniOnco

Especialista em Psico-Oncologia e psicoterapia Cognitivo Comportamental

Mestre em psicologia na área de concentração em psicologia clínica pela PUCRS.

Tema: A importância das redes de apoio para o paciente com câncer

 

Iara Rodrigues

Fisioterapeuta do Centro de Fisioterapia da CliniOnco

Mestre em Ergonomia pela UFRGS

Coordenadora do Grupo OncoArte

Tema: Atividade física: a importância da consciência corporal pós-operatório do câncer de mama

 

Jorge Cuty – Secretário Municipal da Saúde de Porto Alegre

Tema: Acesso na rede pública para atendimento à saúde da mulher

 

Viviane Mengarda

Idealizadora do grupo Gaúchas Rosa & Choque

Tema: Case do grupo

 

Mais informações: (51) 4009-6029 ou marketing@clinionco.com.br

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Criadora do blog Além do Cabelo ministra palestra sobre autoestima

17 de março de 2015

Arquiteta e idealizadora do blog Além do Cabelo e do Projeto Camaleão, Flavia Maoli estará na CliniOnco na próxima terça-feira (24) para dar dicas de beleza às pacientes

 

clinionco_flavia_maoli-052Ressaltar a importância da autoestima durante o tratamento do câncer é o objetivo da palestra que a criadora do Projeto Camaleão e do blog Além do Cabelo, Flavia Maoli, ministra na próxima terça-feira (24), às 19h, na CliniOnco. A palestra “Como ser uma Camaleoa” irá abordar temas como: o poder da maquiagem, o uso de acessórios femininos, incluindo perucas, salto alto, brincos e colares, além do uso de lenços e combinações com diversos tipos de roupas. Na ocasião, também haverá uma apresentação do grupo OncoArte, formado por pacientes e ex-pacientes da clínica e coordenado pela fisioterapeuta Iara Rodrigues.

Segundo Flavia Maoli, a palestra é uma oportunidade para as pacientes se inspirarem com dicas para lidar melhor com essa fase do tratamento. “O nome do Projeto Camaleão demonstra exatamente nossa ideia: fazê-las, como um camaleão, aprender a se adaptar à situação em que se encontram para continuar vivendo – e aproveitando a vida!”, completa.

No final do evento haverá um workshop de amarração de lenços, onde as participantes poderão praticar duas amarrações e ainda ganharão um lenço para levar para casa. A palestra é aberta ao público e tem vagas limitadas.

 

Como ser uma Camaleoa

Data: 24 de março (terça-feira)

Horário: 19h

Local: Auditório da CliniOnco (Dona Laura, 204)
E mais:
Workshop de amarração de lenços e apresentação do Grupo OncoArte.
Aberto ao público com vagas limitadas!