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Encontros mensais orientam familiares

28 de maio de 2013

Ciclo de encontros promove a troca de experiências com a mediação de especialistas 

A descoberta de um câncer representa uma nova e desafiadora etapa de vida. Não só para quem recebe o diagnóstico, mas também para as pessoas que convivem com essa realidade no dia a dia e que acompanham toda a rotina que envolve o tratamento da doença. Diante dessa necessidade, uma clínica especializada no tratamento do câncer criou uma série de encontros que reúnem familiares de pacientes para discutir sobre dúvidas freqüentes e questões que ainda geram ansiedades e incertezas. As reuniões mensais abertas ao público acontecem no bairro Moinhos de Vento, na sede da Clinionco. O encontro desta terça-feira abordou o tema Consciência corporal e melhora física.

As orientações giram em torno das dúvidas sobre as formas mais adequadas de tratar assuntos difíceis e delicados, de lidar com as emoções negativas e de uma comunicação clara e aberta para evitar mal-entendidos.

Para o psicólogo do Centro de Psico-Oncologia da Clinionco e especialista em terapias cognitivas, Mateus Levandowski, a iniciativa é determinante para orientar os familiares diante das adversidades que podem surgir durante o tratamento do câncer. “Entendemos que é de fundamental importância ajudá-los na compreensão dessa nova realidade”, destaca.

Através de conteúdos expositivos, dinâmicas de grupo e compartilhamento de experiências com uma equipe multidisciplinar, que envolve profissionais de psicologia, enfermagem e fisioterapia, os encontros propõem a discussão de assuntos atualizados e que contribuem para a manutenção do ambiente familiar equilibrado durante o tratamento.

Papel da família é determinante do início ao fim do tratamento

O papel de Caroline Langeloh Vontobel foi importante na recuperação da saúde da irmã, que teve câncer de mama. “Lembro como se fosse hoje o dia em que a ‘mana’ almoçou aqui em casa e me perguntou se eu tinha algum mastologista para indicar, mostrando o caroço em seu seio. Em poucos dias, fomos juntas receber o diagnóstico. Um choque, um desespero tomou conta de mim e, para minha surpresa, ela se manteve serena e muito forte”, revela Caroline. As irmãs se mantiveram firmes, mas também choraram juntas durante o tratamento. No entanto, Caroline conta que o espírito confiante que ajudava a manter na irmã foi essencial para sua recuperação. “Nos momentos mais difíceis, ela sempre esteve confiante e isso com certeza a ajudou. Além, é claro, toda a equipe médica, que a amparou e manteve todos os protocolos para o certeiro tratamento e prognóstico. Hoje, ela é um exemplo para muitas pessoas que enfrentam essa doença”, conta.

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