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Ciclo de Encontros com a Família promove primeiro evento na CliniOnco

23 23UTC Fevereiro 23UTC 2012

Compartilhar experiências com quem cuidou de um parente com câncer. Com esta proposta que aconteceu, no dia 31 de janeiro, o primeiro Ciclo de Encontros com a Família, promovido pela CliniOnco, no auditório da clínica.

O tema inicial foi “Quando o paciente está fraco e cansado: o que posso fazer?” e contou com profissionais das áreas de fisioterapia e psicologia da clínica. “A fadiga não é sinal de que a doença está progredindo ou de que o tratamento não esteja fazendo efeito. É um esgotamento em aspectos físicos, cognitivos e emocionais diante das adversidades do câncer”, explica a fisioterapeuta Greice Verza.

A importância da organização da rotina, de modo a conservar energia, e do estímulo a realizar, quando possível, as atividades cotidianas, como se alimentar e cuidar da própria higiene, também foi salientada pela fisioterapeuta. “É importante preservar a independência e a autonomia do paciente. São fatores que contribuem para a auto-estima e para bons resultados do tratamento”, analisa.

No encontro, também indicou que oferecer suporte e apoio emocional pode ser desgastante. Estatísticas apontam que o índice de depressão em pessoas que cuidam de pacientes com câncer é aproximadamente 20%, enquanto que nos próprios afetados pelas neoplasias esse índice seja em torno de 12%. “É nosso interesse ajudar não só o paciente, mas também aqueles que cuidam dele”, declara a fisioterapeuta Iara Rodrigues, que realizou demonstrações sobre a melhor maneira de proceder em casos de queda e como ajudar pacientes debilitados a se levantarem e locomoverem.

Um dos participantes foi a paciente da CliniOnco Arani Jaime, que enfrenta um carcinoma basocelular, neoplasia da pele. Ela teve a experiência de cuidar de um parente, a sua filha que lutou contra o câncer de mama durante 12 anos. “É muito difícil aprender a lidar com os infortúnios do câncer, seja como paciente, seja como familiar de alguém afetado pela doença”, afirma.

Já Marlise Geiger, esposa de um paciente da clínica, aprovou a abordagem do assunto no encontro. “Achei um tema muito oportuno. É importante a gente aprender a se preservar ao mesmo tempo em que auxiliamos o outro”, revela.

No dia 28 de fevereiro, irá ocorrer o próximo encontro do Ciclo, cujo tema será “Cuidados com a alimentação: aprendendo a lidar com os efeitos colaterais”.

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Centro Pele e Melanoma faz alerta sobre câncer no Parque Farroupilha

8 08UTC Fevereiro 08UTC 2012

Uma agradável temperatura levou várias pessoas a frequentarem o Brique da Redenção, no Parque Farroupilha, em Porto Alegre, no último domingo, dia 29 de janeiro. Entre as atrações, o público teve a oportunidade de se informar mais sobre a prevenção do câncer de pele, com o estande da CliniOnco.

Após preencher um formulário, foi entregue, como brinde, um squeeze do Centro Pele e Melanoma, além de um protetor solar e um material informativo da clínica. A equipe da CliniOnco tirou várias dúvidas e instruiu as melhores práticas para cuidar da pele.

 Entre os visitantes, esteve o casal de aposentados, Júlio e Aidê Wilberg, que comentaram que não costumam mais ir à praia. Em grande parte, devido à forte irradiação solar nesta época do ano. Há 12 anos, Júlio teve um melanoma que teve que ser extirpado, que, segundo ele, o procedimento foi bem realizado e sem sequelas. “Vou ao dermatologista duas vezes por ano. Uso frequentemente protetor solar fator 50 no verão”, comenta. Já Aidê destaca que os cuidados com a pele são múltiplos. “Na nossa idade é preciso muito mais atenção”, complementa.

A professora Vera Santos também conferiu o estande e recebeu orientações da CliniOnco. Conforme informou, costuma ir de dois em dois meses ao dermatologista, pois sua pele é super sensível e necessita de cremes especiais. “Vou fazer um check-up na CliniOnco para ver como está a minha pele”, salienta.

Uma das componentes do Centro Pele e Melanoma, a enfermeira Juliana Hack apontou as principais dúvidas do público. “Perguntaram se realmente o filtro solar funciona. É importante informar que é necessário fazer a reaplicação do produto no corpo, isso após ir tomar um banho na água. As pessoas mostraram sinais no corpo para verificar se tinha ou não risco de câncer. Mas, existe ainda uma resistência em ir ao dermatologista. Infelizmente, querem imediatismo. Elas ficam muito tempo esperando para se tratar”, constata.

Apesar dessa resistência em ir a um especialista, a dermatologista da CliniOnco, Thais Grazziotin acredita que, de maneira geral, está tendo uma conscientização maior. “Está aumentando a procura e prevenção de câncer, porém ainda falta informação em relação a este tipo de câncer e a necessidade de avaliação. Houve um grande interesse sobre o dermatoscópio digital. O público entendeu a necessidade de indicação deste procedimento”, analisa.

Resultados da pesquisa:

259 pessoas entrevistadas, sendo 172 mulheres e 97 homens.

Faixa de idade de 11 a 79 anos.

Usa o filtro solar?

Sim – 213

Não – 46

Se sim, em que ocasiões?

Todos os dias – 102

Somente na piscina – 76

Não responderam – 50

Raramente – 31

Se não, porque?

Não responderam – 207

Não tenho costume – 42

Minha pele não é sensível ao sol – 6

Acredito que não é necessário – 4

Qual o fator de proteção solar (FPS) que você usa?

Fator 30 – 130

Fator 50 – 45

Fator 15 – 36

Não utiliza – 18

Não responderam – 17

Fator 20 – 6

Fator 8 – 3

Fator 100 – 2

Fator 2 – 1

Fator 25 – 1

O que você considera importante para prevenir o câncer de pele?

Evitar exposição solar em horários de maior incidência de radiação ultravioleta – 211

Usar filtro solar – 158

Realizar bronzeamento artificial – 1

Usar chapéu, camiseta e guarda-sol na praia – 110

O que você faria ao observar uma lesão que lhe parece suspeita de câncer de pele?

Procuraria um especialista (dermatologista ou cirurgião oncológico) – 158

Procuraria uma emergência – 11

Não responderam – 4

Você já consultou com um dermatologista?

Sim – 201

Não – 56

Não responderam – 2

Se sim, quando foi a última consulta?

Sim – 201

Não – 56

Não responderam – 2

Se sim, quando foi a última consulta?

Há 1 ano – 88

Há + de 2 anos – 80

Não responderam – 52

Há 1 mês – 39

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CliniOnco lança oficialmente o Centro de Endometriose

8 08UTC Fevereiro 08UTC 2012

Com uma grande participação de médicos, enfermeiros, fisioterapêutas e psicólogos no dia 23 de janeiro, foi lançado o Centro de Endometriose no auditório da CliniOnco. Abrindo o evento, o diretor técnico da clínica, Dr. Jeferson Vinholes, destacou a importância deste novo núcleo e como foi a criação do mesmo.

Na sequência, o médico ginecologista Dr. Geraldo Gastal Gomes da Silveira – coordenador do Centro de Endometriose – enfatizou a proposta deste núcleo. “É um sonho que se tornou realidade. Esse centro veio para dar certo. Além das diversas especialidades médicas, teremos um contato direto com as equipes da Pesquisa Clínica, do Centro da Dor e da Fisioterapia. A endometriose necessita de mais valorização e de mais tratamentos preventivos. Embora o diagnóstico seja cirúrgico, uma ótima avaliação da paciente pode levar direto ao procedimento correto de maneira mais rápida”, explica.

Ainda, segundo Silveira, a endometriose atinge entre 6% e 15% das mulheres em idade fértil e o diagnóstico costuma ser tardio. Além do ginecologista, compõem a equipe do Centro os médicos: Cléber Allen Nunes (proctologista), Raquel Dibi (ginecologista), Rafaela Petracco (reprodução humana) e Túlio Graziottin (urologista).

No encerramento, o setor de marketing comentou as ações realizadas para o Centro. A diretora Assistencial e Marketing da CliniOnco, Sandra Rodrigues, demonstrou a evolução da logomarca, que teve como inspiração a deusa grega Niké, que personificava a vitória. “Simboliza a feminidade e a leveza. Já a cor dourada é o brilho, vaidade, estilo, características que representam o público feminino. Ou seja, é a luz que toda a mulher tem”, explana.

Já a analista de Marketing, Shayara Torres, apresentou as mídias digitais desenvolvidas para a CliniOnco, como Facebook, Twitter e Youtube. E, para informar as pessoas sobre essa doença, foi criado o blog www.endometriosers.com, com artigos dos médicos do Centro. “A proposta é divulgar o nosso conteúdo e informar, cada vez mais, as pessoas. Além disso, apurar ainda mais o perfil dos nossos pacientes”, frisa.

A próxima ação do Centro será o primeiro evento científico sobre endometriose, que ocorrerá nos dias 16 e 17 de março, na CliniOnco. Os médicos Claudio Crispi e Marco Aurélio Pinho de Oliveira,  do Rio de Janeiro, serão os palestrantes convidados do evento.

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CliniOnco promove ação de conscientização sobre câncer de pele

26 26UTC Janeiro 26UTC 2012

            A CliniOnco está promovendo o evento Câncer de Pele e Melanoma com o intuito de conscientizar a população sobre a doença e a importância do diagnóstico precoce. As atividades irão ocorrer no Brique da Redenção, no domingo, 29 de janeiro, às 10h às 16h, em Porto Alegre.

             O Rio Grande do Sul irá registrar, de acordo com as estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA) para 2012, 8.520 novos casos de câncer de pele. Destes, 720 representam câncer de pele melanoma, neoplasia da pele com índice de mortalidade de 75%. A radiação solar está diretamente relacionada ao surgimento da doença, motivo pelo qual a conscientização enfoca os cuidados necessários durante a exposição ao sol.

            Material com conteúdo sobre a doença será distribuído e informações relevantes sobre prevenção, diagnóstico e tratamento serão compartilhadas, em uma ação cujo objetivo é combater o câncer de pele através da conscientização.

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CliniOnco inaugura primeiro Centro de Endometriose no RS

19 19UTC Janeiro 19UTC 2012

A inauguração do espaço, que vai contar com uma equipe multidisciplinar, está marcada para o próximo dia 23

A endometriose é considerada uma das doenças ginecológicas crônicas mais tratáveis e, no entanto, menos tratada. Atualmente, ela atinge cerca de 15% das mulheres em idade reprodutiva no mundo. No Brasil, esses dados representam, aproximadamente, 6 milhões de pessoas com a enfermidade. A característica da doença se dá pela presença de tecido endometrial – revestimento interno do útero – fora da cavidade uterina, que se implanta em outros órgãos, como os ovários, o intestino, a bexiga e no próprio abdômen. Os principais sintomas da endometriose são a dificuldade para engravidar e a dor pélvica, especialmente no período menstrual.
Pensando em tratar de forma mais completa essa doença, a CliniOnco – Tratamento Integrado do Câncer – vai inaugurar em janeiro o primeiro Centro de Endometriose no Estado. O espaço vai contar com uma equipe especializada, com ampla experiência no manejo da doença. De acordo com o coordenador do Centro de Endometriose da CliniOnco, Geraldo Gomes da Silveira, a clinica decidiu ampliar a sua atuação, pois identificou a necessidade de um centro de referência da doença no nosso meio, considerando, ainda, que as semelhanças no tratamento da endometriose e do câncer são cada vez mais evidentes. “Essas doenças têm fortes semelhanças na sua complexidade, tanto na área da cirurgia, em que deve-se retirar toda a parte afetada, quanto na questão do tratamento medicamentoso”, alerta. No entanto, a diferença entre o câncer e a endometriose é que esta última é uma doença benigna. Além disso, Gomes da Silveira destaca que o grupo de profissionais que atuarão no Centro de Endometriose vai oferecer um tratamento multidisciplinar. Ou seja, como a doença atinge vários órgãos do corpo o paciente terá um profissional para cuidar de cada caso específico.
Causas
A causa exata da doença ainda não é conhecida. O que ocorre é a migração de células endometriais para a cavidade abdominal, pelas trompas de falópio, durante a menstruação. Os locais mais comuns de implantação são os ovários, trompas de falópio, superfície externa do útero, vagina e o reto, podendo, ainda, acometer vias urinárias e bexiga. Outras teorias sugerem alterações do sistema imunológico e mesmo uma herança genética.
Consequências
A paciente com endometriose pode sentir cólicas frequentes e/ou dor durante a relação sexual, além disso, pode ter queixas urinárias e intestinais. No entanto, um dos principais sintomas da endometriose é a dificuldade para engravidar.
Diagnóstico
Segundo o diretor do Centro de Endometriose da CliniOnco, Geraldo Gomes da Silveira, o principal fator responsável pelo sub-tratamento é a dificuldade de diagnóstico, especialmente em pacientes jovens. “Tendo a doença um perfil progressivo, o atraso no diagnóstico irá criar, muitas vezes, a necessidade de tratamentos mais agressivos no futuro”, observa. Um fator importante é entender que a cólica menstrual intensa não é normal e, quando ocorrer, deverá ser avaliada por um ginecologista, pois os sintomas podem iniciar já na adolescência.
Tratamento
Para tratar a endometriose é necessário, num primeiro momento, um diálogo entre paciente e médico, para adequar o tratamento a cada caso. Se a portadora não pretende engravidar, há opções de remédios mais amenos como o uso de anticoncepcionais que podem ser orais ou injetáveis. Mas se a paciente pretende ter filhos outra abordagem deverá ser feita, podendo estarem indicadas técnicas de reprodução assistida. O objetivo do tratamento é amenizar ao máximo os sintomas e retirar as lesões causadas pela doença, evitando, assim a sua progressão.

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CliniOnco adquire dermatoscópio digital

12 12UTC Janeiro 12UTC 2012

A CliniOnco – Tratamento Integrado do Câncer – vem investindo através dos diversos centros, na prevenção e tratamento da doença. A partir de janeiro deste ano, o Centro de Pele e Melanoma conta com um novo serviço: a Dermatoscopia Eletrônica.

Vale ressaltar que o câncer mais frequente no Brasil é o de pele, responsável por 25% de todos os tumores malignos. Por sua vez, o câncer de pele melanoma representa menos de 5% dos casos, mas é o mais letal, com índice de até 75% de mortalidade. Já o câncer de pele não melanoma, que inclui os tipos carcinoma basocelular e carcinoma epidermóide, é mais comum e mais facilmente tratável. Apesar da alta incidência, a taxa de mortalidade não é tão elevada, o que se justifica pelo tratamento quando a doença é detectada em seu estado inicial. Assim, a importância do diagnóstico precoce se reflete diretamente na cura do câncer de pele.

Inovação – O dermatoscópio digital possibilita um exame mais preciso das lesões da pele, com uma melhor análise das suas formas, tamanhos, cores e texturas. Desse modo, é feita a distinção entre lesões benignas e suspeitas de melanoma através da tecnologia, tornando, muitas vezes, as biópsias supérfluas e reduzindo a indicação de cirurgias desnecessárias.

Durante o exame, é feito um mapeamento corporal, no qual as lesões selecionadas são registradas através de uma câmera digital acoplada a um dermatoscópio digital para armazenamento. “A comparação da mesma lesão no momento atual e no exame prévio possibilita a identificação de lesões que desenvolveram modificações no tamanho e em suas estruturas ao longo do tempo”, explica a dermatologista da CliniOnco, Thais Grazziotin. A especialista ressalta também a importância do acompanhamento médico como forma de prevenção, uma vez que a remoção de lesões suspeitas não elimina o risco futuro de câncer de pele.

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Pacientes mostram habilidades artísticas no 5º Bazar de Natal CliniOnco

6 06UTC Janeiro 06UTC 2012

No dia 16 de dezembro, foi promovida a quinta edição da feira de artesanato Bazar de Natal CliniOnco, realizada na casa da clínica. Foram diversos trabalhos realizados por pacientes e familiares, que demonstraram toda sua criatividade e habilidade. Mosaicos, bijuterias, cartões, cosméticos, enfeites para cozinha, entre outros, estiveram expostos no evento.

 De acordo com a fisioterapeuta da CliniOnco, Iara Rodrigues, o Bazar de Natal tem como objetivo promover a integração entre os pacientes, as famílias e amigos. Além disso, o artesanato promove a distração pois o paciente se envolve com práticas manuais. “Esse trabalho acaba se tornando uma atividade complementar que ativa o uso da mente em algo prazeroso e ao mesmo tempo faz com que cada um descubra seus talentos”, enfatiza.

Para a expositora Solange Campos – psicóloga e ex-paciente da clínica – e hoje, professora de mosaico, o contato com o mundo do artesanato se deu após o diagnóstico da doença. De acordo com Solange, essa arte a auxiliou no momento de reconstrução e na retomada da sua vida. “Esse artesanato é uma terapia paciente, porque é demorado e isso ajuda a ter serenidade para enfrentar um dia após o outro. Para mim, foi fundamental no processo de cura”, conta.   

Helena Moura, expositora de bijuterias e paciente da clínica, vê no artesanato uma forma saudável de levar a vida. “Ocupa minha cabeça boa parte do dia, pois me envolvo com vários processos: compras de peças, montagem e exposição. Só o fato de estar aqui já é muito importante”, reflete. 

Para Eloísa Magalhães, enfermeira que visitou a feira pela primeira vez, a convite de amigas, a exposição estava excelente, com diversidade de produtos, bons preços e qualidade. “Comprei presentes para minha casa nova, para amigas e aqueles de Natal de última hora”, destaca.

Outra visitante da feira foi a psicóloga da clinica, Carla Manino, que elogiou os trabalhos expostos. “Todos os anos, motivo os expositores a participar do evento. Neste ano, o bazar mostrou uma grande organização e, cada vez mais, se mostra consolidado”, comemora.  

 

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Pacientes oncológicos expõem no 5ª Bazar de Natal CliniOnco

15 15UTC Dezembro 15UTC 2011

A CliniOnco vai promover no dia 16/12 (sexta-feira) a 5ª edição do Bazar de Natal aberto ao público. As exposições dos artesanatos realizados por pacientes e familiares serão realizadas das 9 às 17h na casa da CliniOnco (Rua Dona Laura, 226).

De acordo com a Fisioterapeuta da clínica, Iara Rodrigues, o Bazar de Natal tem como objetivo promover a integração entre os pacientes, as famílias e amigos. Além disso, o artesanato é uma forma de ocupá-los ajudando a desfocar da doença. “Esse trabalho acaba se tornando uma atividade complementar que ativa o uso da mente em algo prazeroso e ao mesmo tempo faz com que cada um descubra seus talentos”, enfatiza.

Ao todo, serão 12 expositores oferecendo trabalhos manuais cuja renda será exclusivamente voltada para cada expositor o que, muitas vezes, ajuda os pacientes com os gastos com medicações de suporte ao tratamento oncológico.

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Grupo OncoArte apresenta o espetáculo “Redescobrir o Viver” no TRE

12 12UTC Dezembro 12UTC 2011

O Grupo OncoArte – formado por artistas que são ou foram pacientes oncológicos da CliniOnco – vai apresentar o espetáculo “Redescobrir o Viver”, no Tribunal Regional Eleitoral em Porto Alegre. O evento ocorre na terça-feira (13/12), às 17h30, no Plenário da entidade (Rua Duque de Caxias, 350). A apresentação fará parte das atividades desenvolvidas do Projeto Qualidade de Vida do TRE.

O espetáculo terá uma única apresentação e a programação conta com uma coletânea de vários trabalhos desenvolvidos pelo grupo de artistas constituído por pacientes que venceram o câncer. Coreografias e cinema mudo serão algumas das atrações realizadas por 16 mulheres. A responsável pela direção das atividades é a fisioterapeuta da CliniOnco, Iara Rodrigues.

O grupo OncoArte é um grupo de artistas formado por pacientes oncológicos que pertencem ao Núcleo Cultural da CliniOnco. Os trabalhos desenvolvidos por estes pacientes são apresentados em vários locais na cidade e no interior, com o objetivo de mostrar, através da arte, a alegria de viver apesar de um diagnóstico de câncer.

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Alimentação leva RS para o terceiro lugar em incidência de câncer no estômago

8 08UTC Dezembro 08UTC 2011

O câncer de estomago é um dos mais freqüentes no Brasil. Chamado também de câncer gástrico, a doença, no país, ocupa a terceira posição de incidência entre homens e, em quinto, entre as mulheres. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, (INCA) no Rio Grande do Sul, esses tumores também aparecem em terceiro lugar na incidência. Só em 2010 foram de 930 casos para 100 mil habitantes no Estado. No entanto, o câncer gástrico acomete, principalmente, a terceira idade. Cerca de 65% dos pacientes diagnosticados com câncer de estômago têm mais de 50 anos e segundo dados do INCA, o pico de incidência se dá em sua maioria em homens, por volta dos 70 anos.

Causas

 De acordo com o cirurgião do aparelho digestivo da CliniOnco, Antônio Carlos Weston as causas da doença estão associadas aos fatores genéticos, uso de cigarro e consumo de bebidas alcoólicas destiladas. Além disso, hábitos alimentares como ingestão frequente de alimentos defumados ou dieta pobre em vitaminas Ae C. “No Rio Grande do Sul, se consume muito charque, linguiça e salame, que, além de defumados, possuem grande quantidade de sal, que não deveriam ser consumidos em grandes quantidades”, adverte. No entanto, o especialista aponta outro fator que pode favorecer a doença. “A presença de uma bactéria no interior do estômago chamada Helicobacter Pilory  também tem de ser salientada como um fator importante da causa de câncer no estômago”, reforça.

Sintomas

Segundo o INCA, não há sintomas específicos do câncer de estômago. No entanto, alguns sinais podem ser identificados como: dor no estômago (principalmente após as refeições), perda de peso, fraqueza, anemia e vômitos.

 Porém, o fato da doença não demonstrar sintomas específicos, principalmente nas fases iniciais, grande parte dos casos de câncer de estômago são diagnosticados em estágio avançado. Geralmente, os sintomas são atribuídos a indisposições alimentares sem maiores repercussões. Por essa razão, a alta taxa de mortalidade, que corresponde a 80% dos casos de quem desenvolve a doença, se deve ao fato de que grande parte dos casos ainda são diagnosticados em fase tardia. Nesse caso, recomenda-se que um especialista da área da gastroenterologia seja procurado sempre que houver a presença dos sintomas previamente descritos por mais de 10 ou 15 dias.

Tratamentos

Segundo o especialista da CliniOnco, a cirurgia é ainda o principal tratamento para esse tipo de câncer. A cirurgia consiste em remover a parte do estômago que está acometida pelo tumor o que deve ser feito da forma  mais completa possível.

A partir da última década, estudos revelam que se associarmos a cirurgia com a quimioterapia e a radioterapia os índices de cura e de sobrevida aumentam de forma significativa. Desde então, este tratamento está sendo padronizado para pacientes que têm este diagnóstico.  Dessa forma, a quimioterapia e radioterapia são tratamentos complementares muito efetivos para aqueles pacientes que foram operados e tiveram o tumor retirado.

Prevenção

Para prevenir o câncer de estômago é fundamental seguir dieta balanceada, composta de vegetais crus, frutas cítricas e alimentos ricos em fibras, desde a infância. A vitamina A e C que são encontrados em frutas e verduras frescas, que agem como protetores contra o câncer de estômago. Além disso, é bom evitar o tabagismo e a ingestão de bebidas alcoólicas.

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